AO ESTUDO DO APOCALIPSE. 

 

 JOÃO BATISTA, O PRECURSOR DE JESUS.

Nesta crônica tratamos de esclarecer em parte essencial do sistema de moral que praticou e escreveu o Apóstolo do amor, em suas Epístolas.

João Batista, o Precursor de Jesus, é também o Apóstolo do Amor, que trata os seus irmãos com o maior carinho e respeito, as suas palavras e a forma de Doutrinar revelam a mais pura moral Cristã.

Aqui as suas palavras cheias de amor:

Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis. E se alguém pecar, temos para com o Pai um Paraclito, Jesus Cristo, o Justo.

Amados, não vos escrevo um mandamento novo, mas um mandamento antigo que tendes desde o princípio; este mandamento antigo é a palavra que ouviste.

Eu vos escrevo, filhinhos, porque os vossos pecados são perdoados por amor de seu nome.

Filhinhos, esta é a última hora, e como ouvistes que vem o anticristo, já se tem levantado muitos anticristos, pelo que conhecemos que é a última hora.

E agora, filhinhos, permanecei Nele, para que, se Ele aparecer, tenhamos confiança, e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda.

Não vos maravilheis irmãos, se o mundo vos aborrece.

Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; quem não ama permanece na morte.

Filhinhos não amem de palavra nem de língua, mas por obras e em verdade.

Amados, se os nossos corações não nos condenar têm confiança para com Deus.

Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai os espíritos, se vêm eles de Deus, porque falsos profetas têm aparecido no mundo.

Vós, filhinhos, sois de Deus, e os tendes vencido, porque quem está em vós é maior do que quem está no mundo.

Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus, e todo aquele que ama, é de Deus, e conhece a Deus.

Amados, se Deus, assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros.

Nos amemos, porque ele nos amou primeiro.

Se alguém disser: Amo a Deus e aborrecer ao seu irmão, é mentiroso, porque aquele que não ama a seu irmão a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.

E temos dele este mandamento: aquele que ama a Deus ame também a seu irmão.

Amado, peço a Deus que prosperes em tudo e tenhas saúde, assim como tua alma prospera.

Amado, tu procedes fielmente em tudo o que fazes aos irmãos, a estes e até aos estranhos.

Amado, não imites o mal, mas o bem. Aquele que faz o bem é de Deus, aquele que faz o mal, nunca viu a Deus.

Deus, nosso Pai, é representado em nossa Esfera Planetária por intermédio de Jesus.

Jesus é representado em nosso mundo por intermédio de João Batista, seu Precursor.

O AMOR, naturalmente divino, é o criador do sentimento, da paz e da harmonia, que nos une para a conquista da maior felicidade, ou antes, vem da Vida Eterna.

Deus é Amor, e sobre o amor João, o Precursor de Jesus, construiu a sua posteridade, segundo a vontade de Deus, que há em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Devemos tratar a criatura humana com carinho e respeito, restituindo o mal com o bem, para destruir o veneno da serpente e a contradição entre os Filhos de Deus, e preparar-nos para entrar no descanso eterno da Nova Vida, no Reino de Deus, juntamente com Jesus, nosso Mestre e Salvador Eterno.

Tendo chegado o tempo de dar a devida recompensa aos teus servos, os Profetas, aos santos, aos pequenos e aos grandes, e de destruir os destruidores das criaturas que se acham sobre a terra sem misericórdia.

Depois de Deus Pai, em Jesus, ter vencido a força do mal e o domínio das trevas, abriu-se o Santuário de Deus, que está no céu e vai descer até a terra, e no seu Santuário foi vista a Arca de Aliança de Deus, mediante seu Filho Jesus Cristo, com as criaturas deste mundo.

Depois de vista a Arca da Aliança de Jesus com as criaturas deste mundo e o sinal patente de triunfo da mesma, apareceu um grande alvoroço para abreviar o desprendimento do fim, houve relâmpagos, sinal da última tempestade, e vozes se ouviam em diversos lugares, e trovões, e terremotos e violenta tempestade de granizos, e outras descargas violentas atmosféricas e de natureza humana, em forma de saraiva.

A abertura da sétima trombeta ficará assentada como um marco eterno na história da humanidade, porque marca a queda totalmente definitiva das forças do Espírito do mal, desenganando-se, que o poder de Deus é soberano, poderoso e invencível.

A seguir Jesus continuará nos dando alguns esclarecimentos acerca dos acontecimentos que sucederão até a completa desintegração do domínio das forças do mal deste mundo.

Alguns dos acontecimentos revelados neste Livro já passaram, e outros estão por acontecer, porque o Dragão ainda vai querer resistir contra o poder de Deus, tentando ver se os pode triunfar em sua luta contra as forças do bem e contra si mesmo.

Apocalipse, capítulo 1, versículos 1 a 3.

 O LIVRO E SEU AUTOR

 A revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe concedeu para manifestar aos seus servos as coisas que cedo devem acontecer, as quais ele, enviando-as por intermédio do seu Anjo, significou ao seu servo João.

O qual testificou a palavra de Deus, e o testemunho de Jesus Cristo, sim tudo quanto viu.

Bem aventurado o que lê e bem aventurado os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que estão escritas, pois o tempo está próximo.

Com estas palavras abrimos a leitura e a interpretação do Livro Apocalíptico, no qual se encontra o maior mistério da revelação de Deus, mediante Jesus Cristo, de todos os tempos, desde o princípio do mundo.

Nesta passagem, que é a primeira deste Livro, abrimos este Livro misterioso, na representação de três personalidades, por intermédio das quais foi transmitida a revelação deste Supremo Livro, no qual se acha o maior segredo profético da revelação de Deus para a terra.

Estas personalidades que representam na revelação do Livro Apocalíptico, são três personalidades distintas. Pois, cada uma representa uma planitude, espiritualmente, no Reino de Deus:

Deus Pai, representa o Infinito.

Jesus Cristo representa a nossa Esfera Planetária.

João representa ao mundo terrestre, em que habitamos.

Jesus disse cheio de júbilo que, bem aventurado é todo aquele que lê este Livro, e bem aventurado os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas, pois o tempo está próximo, disse Jesus.

Ver também: João, 3:32; 8:26; 12:49. Apocalipse, 4:1; 6:9; 12:17; 20:4; 22:6,10 e 17. Lucas, 11:28. Romanos, 13:11. Tiago, 5:8. I Pedro, 4:7.

  

Apocalipse, capítulo 1.

O LIVRO E SEU AUTOR.

Dedicação às sete igrejas na Ásia.

Jesus lhe disse que participasse às sete religiões que ele enxerga nas condições que se acham e pede que se arrependam.

As sete influências dos Sete Planetas são as sete religiões. As sete cartas que Jesus manda às sete religiões são as manifestações do estado de cada Religião.

Apocalipse, capítulo 01, versículos 01 a 20.

 O LIVRO E SEU AUTOR.

 A revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe concedeu para manifestar aos seus servos, as coisas em que cedo devem acontecer, as quais Ele, enviando-as por intermédio de seu Anjo, significou ao seu servo João, que testificou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, tudo quanto viu.

Bem aventurado o que lê e bem aventurado os que ouvem as palavras desta Profecia e guardam as coisas que nela estão escritas, pois o tempo está próximo.

 De certo que estas Profecias são bem recomendadas, para aceitar e cumprir, por ser o último prazo dado por Deus ao Espírito do mal.

Bem aventurados os que leem, ouvem e observam porque ganharão o Reino de Deus e a Vida Eterna.

 

Apocalipse, capítulo 1.

Jesus chama seus seguidores. Apocalipse, capítulo 18, versículos 4-5-6, e continua anunciando a queda do materialismo.

SEREMOS MUDADOS.

UM MENSAGEIRO COM AUTORIDADE. ANÚNCIO DE UMA MUDANÇA DA VIDA HUMANA.

Esta mudança será repentina ao som ou ao toque da 7ª trombeta.

A sétima trombeta.

Apocalipse, capítulo 11, versículo 15.

O que falam as vozes da sétima trombeta.

O mundo entregue a Jesus, Jesus manda Eternamente.

A queda da babilônia. Apocalipse, capítulo 18, versículo 1.

Jesus anuncia a queda da vida material.

Alguns pontos básicos da nova vida.

 

Apocalipse, capítulo 1, versículos 4 a 8.

 DEDICAÇÃO ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA.

João, às sete igrejas que estão na Ásia: graça a vós e paz da parte daquele que é, que era e que há de vir, da dos sete Espíritos que estão diante de seu Trono e da de Jesus Cristo, que é a testemunha fiel, o Primogênito de Deus Vivo, o Redentor Supremo entre os Espíritos desencarnados e o principal, supremamente Superior, dos reis da Terra.

Aquele que nos ama e nos libertou de nossos pecados pelo seu sangue, e nos fez reis, sacerdotes para Deus, seu Pai; a Ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém.

Eis que vem com as nuvens do Amor de Deus, que descendo do céu, todo o olho, espiritualmente, o verá, até aqueles que transpassaram verão triunfar Jesus Cristo e, todas as tribos da terra se lamentarão sobre Jesus, tristemente, pela desventura que lhes trouxe, pela desobediência a seus ensinos. Sim. Amém.

Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo Poderoso.

 De onde há de vir Deus?

Certamente do céu para a terra.

Na abertura deste Livro, no qual se encontram registrados segredos ainda incompreendidos acerca da vinda do Senhor Jesus, mediante seu Precursor, dos fins dos tempos e seus respectivos acontecimentos, o raiar da Nova Vida, e o estabelecimento do Reino de Deus sobre a terra, e outros fenômenos inexplicáveis. Pedimos a Jesus, que é realmente a Luz do Mundo, que nos ilumine, para que, com a maior clareza, possamos subtrair o conteúdo divinal que se acha registrado em suas páginas, concernente ao contraste, entre Deus, mediante Jesus, e seus filhos deste mundo.

Pelo que vemos e a própria palavra de Deus nos fala, ficamos cientes que João, por ordem de Jesus, saúda e fala às Sete Igrejas que estão na Ásia representadas por Sete Espíritos.

As igrejas representam sete fundamentos religiosos procedentes do Cristianismo, as quais são representadas por Sete Espíritos.

Estes Sete Espíritos são mensageiros, aos quais Jesus autorizou, para que, cada um, apresentasse o sistema da forma que pretendia encaminhar os ensinos de Jesus, sim, o Cristianismo.

Nestes Sete Espíritos, se acha também contado João, são cinco Espíritos e com João, sete; cada Espírito tem sua igreja, isto é: a sua forma básica de compreender e ensinar o Cristianismo.

Jesus é o único e Supremo Filho de Deus, que representa a Deus Pai em nossa Esfera Planetária, em nosso mundo, e em todos os mundos a ela pertencentes.

Jesus é o Príncipe e Supremo Senhor de todos os príncipes e senhores da terra; por que ele nos ama intimamente, e nos libertou dos nossos pecados pelo seu próprio sangue, e formou uma organização perfeita e um Ministério justo, para reger os destinos da Nova Vida.

Naquele tempo se dizia: ele vem sem demora nas nuvens, e todo olho o verá.

Nos tempos atuais se fala com toda certeza: Jesus já veio nas nuvens brancas da paz e do amor, espiritualmente, e radiativamente está entre nós, mediante seu Precursor; todos os que têm olhos espirituais para ver, o verão, e todos os que tenham consciência para sentir, o sentirão, e todas as tribos da terra se lamentarão com referência ao passado. Sim. Amém.

Seja feita a vontade de Deus, em Cristo Jesus.

Deus responde, mediante Jesus: Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo Poderoso

O poder de Deus é o Poder Supremo, poder incomparável e irresistível, tanto no passado, no presente e em todos os séculos da eternidade. Amém.

Ver também: Êxodo, 3:14. Zacarias, 3:9; 12:10; 4:10. Apocalipse, 2:8; 3:1; 4:5; 5:6 e 10; 20:6; 21:6; 22:13. João, 8:14; 15:9; 19:37. Romanos, 8:37. I Coríntios, 15:20. Gálatas, 2:20. Colossenses, 1:18. I Timóteo, 6:13. Hebreus, 9:14. I João, 1:7. Hebreus, 13:21. I Pedro, 2:5 e 9; 4:11; 5:11. Daniel, 7:13. Mateus, 24:30; 26:64. Isaias, 41:4; 44:6; 48:12.

Apocalipse, capítulo 01, versículos 01 a 20.

JESUS APARECE A SEU PRECURSOR NA ILHA DE PATMOS.

MAIS ESCLARECIMENTOS ACERCA DAS CARTAS APOCALÍPTICAS.

CARTA À IGREJA EM ESMIRNA.

Jesus aparece a seu Precursor na ilha de Patmos, ordena-lhe que escreva o que viu.

João foi na ilha que se chama Patmos, por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de Jesus nosso Salvador.

João foi arrebatado espiritualmente no dia do Senhor, e ouviu por detrás dele uma grande voz como de trombeta, que dizia: O que vês e ouves escreve-o em um Livro e envia-o às sete igrejas.

Eu João voltei-me para ver a voz que falava comigo, e assim voltando, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros vi a Jesus como um foco luminoso, todo branco como a neve, e seu rosto iluminava como o sol.

Ele tinha a seu lado sete estrelas.

As Estrelas são sete mensageiros apresentando cada um a sua mensagem, segundo a sua capacidade, de acordo com a vontade de Deus.

As igrejas, também representadas por sete Candeeiros, são as lâmpadas de onde cada um dos mensageiros apresenta a luz de sua sabedoria, e o respectivo entendimento de Doutrina de Jesus.

De acordo com a revelação espiritualmente esclarecedora que nos oferece esta correspondência revelada por Jesus, mediante João, vemos que duas cartas foram enviadas a seu Precursor.

Pois, na segunda carta Jesus diz ao Anjo da igreja em Esmirna: Sei a tua tribulação, e a tua pobreza, mas tu és rico. Seja fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida.

O vencedor nada sofrerá da segunda morte.

Na sexta carta, Jesus diz ao Anjo da igreja em Philadelphia: Visto que guardaste a palavra da minha paciência, eu também te guardarei na hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para provar os que habitam na terra. Venho sem demora, guarda bem o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.

Jesus esclarece a posição eterna do Precursor, e de todos quanto lutaram em bem da Humanidade e saíram triunfantes para sempre, dizendo: Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no Santuário do meu Deus, de onde jamais sairá, e escreverei sobre ele o nome de meu Deus e o nome da cidade de meu Deus, a Nova Jerusalém, que desce do céu da parte do meu Deus, e também o meu novo nome.

Portanto: são sete mensagens, e seis mensageiros.

As duas cartas mandadas por Jesus a seu Precursor, são duas mensagens. A primeira revela a imortalidade, e a segunda revela a regeneração humana, ambas pertencem à Terceira Revelação.

Os outros cinco mensageiros Jesus os achou em falta, e as suas obras eram incompletas de acordo com a vontade de Deus, que há em Cristo Jesus nosso Senhor.

POR HUMANO

Apocalipse, capítulo 1, versículo 9 a 12.

JESUS APARECE A JOÃO NA ILHA DE PATMOS, ORDENA-LHE QUE ESCREVA O QUE VIU.

 Eu, João, vosso irmão e companheiro na tribulação, no reino e na paciência em Jesus, estive na ilha que se chama Patmos, por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de Jesus.

Fui arrebatado pelo Espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia mediante seu Anjo: o que vês, escreva num livro e envia-o às Sete Igrejas que mais aproximadamente conquistam o Reino de Deus, as quais se acham, simbolicamente, as suas representações espirituais, ou se distinguem pelos nomes seguintes: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Leodicéia.

Voltei-me para ver a voz que falava comigo; assim, voltando vi sete candeeiros de ouro, semelhante ao Filho de Homem.

João viu, espiritualmente, Jesus em seu Trono Eterno, que se acha no Planeta Júpiter, Federação Cristã.

Jesus estava e está vestido de uma roupa talar e cingido pelo peito, com uma cinta de ouro, galão de Rei Supremo; a cabeça e os cabelos eram brancos como lã branca, como a neve.

Jesus mostra claramente a sua idade no Reino Espiritual de Deus; Ele não é criança como nós na espiritualidade. Ele é homem feito, o primeiro Filho de Deus que aceitou os seus decretos e leis, em nossa Esfera Planetária.

A cabeça e os cabelos eram brancos, simbolizando o alvo de sua purificação espiritual.

Os olhos eram e são como uma chama de fogo, que significa a grande força de sua Luz Espiritual que resplandece sobre todos seus seguidores e sobre todo o Infinito, ligada ao fluído divino.

Os pés eram e são semelhantes a um latão polido, como se fosse derretido em fornalha; polido pelos sacrifícios feitos em bem de seus irmãos, pois Ele foi o primeiro que passou pela fornalha do sofrimento para salvar seus irmãos.

A voz que ouviu João era e é como a voz de muitas águas, isto é, de muitas criaturas do símbolo de sua repartição e de todo o Reino de Deus.

Jesus tinha e tem na sua mão direita sete estrelas, estas são os sete membros da Esfera que estão mais chegados à conversão para o Reino de Deus, são também Sete Espíritos, que assumem, gradualmente, a Suprema responsabilidade na escala de suas planitudes espirituais, se distinguem pela simbologia de Sete Igrejas.

Da sua boca saía e sai uma espada de dois gumes, esta espada é a lei, a razão e a verdade de suas santíssimas palavras, as quais cortam a força do mal, até nos lugares mais íntimos dos malfazejos, destruindo as suas correntes em todas as direções. O outro gume divide o bem do mal e defende os operários do Reino de Deus; estas são as armas da justiça divina.

O rosto era e é como o Sol, quando brilha na sua força, isto é, o seu grande e imenso fluido espiritual, pois em nossa Esfera Planetária só existem dois Supremos Astros luminosos: um segundo a natureza mundial, que é o Sol que nos traz o claro do dia, e outros benefícios indispensáveis e, Jesus Cristo, Supremo Espírito Luminoso, segundo a natureza dos seres viventes, Símbolo Supremo da Luz Espiritual, naturalmente humana.

Quando o vi, caí em seus pés como morto; certamente que, ao ligar com a corrente do Espírito Santo, recebi a descarga do Amor de Deus, a qual, a carne é incompetente para aguentar a força deste Amor.

Jesus estendendo a sua mão direita sobre João, disse-lhe: não temeis, Eu sou o primeiro que recebi o Reino, e o último, porque ganhei a Vida Eterna e por isto mesmo vivo eternamente.

Fui morto materialmente, mas espiritualmente estou vivo, pelos séculos dos séculos, e tenho as chaves da morte e do hades, pois, verdadeiramente, Jesus lutou e venceu a morte, por isso, certamente, que as chaves da morte se acham na sua mão direita.

Escreve, pois, as coisas que viste, as que são e as que hão de suceder depois destas.

Eis aqui o mistério das Sete Igrejas que viste na minha mão direita, e dos sete candeeiros de ouro: as sete estrelas são aí na terra, os Sete Espíritos responsáveis pelas Sete Igrejas, porém, cada um de sua repartição, cinco reveladores e, os sete candeeiros são as Sete Igrejas, Sete Doutrinas.

Agora vamos ver, por intermédio das cartas, as condições evolutivas e regeneradoras que se acham cada uma, espiritualmente.

Ver também: Romanos, 6:9; 8:17. Filipenses, 1:7; 4:14. II Timóteo, 1:8; 2:12. João, 20:19 e 26. Atos, 10:10; 20:7; 26:13. I Coríntios, 16:2. II Coríntios, 12:2. Apocalipse, 2:1,16 e 18; 3:1; 4:1,2 e 9; 10:6; 14:14; 17:3; 19:15; 20:1; 21:10. Êxodo, 25:37. Zacarias, 4:2. Ezequiel, 1:26 e 28. Daniel, 7: 9,13; 8:18; 10: 6,10 e 16. Isaias, 41:4; 44:6; 48:12; 49:2. Hebreus, 4:12. Salmos, 68:20.
* hades – inferno.

Apocalipse, capítulo 1, versículos 9 a 20.

JESUS APARECE A JOÃO NA ILHA DE PATMOS.

ORDENA LHE QUE ESCREVA O QUE VIU.

Eu, João, vosso irmão e companheiro na tribulação, no reino e na paciência, em Jesus, estive na ilha que se chama Patmos, por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de Jesus.

Fui arrebatado pelo Espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz como de trombeta.

Que dizia: O que vês, escreve em livro, envia-o às Sete Igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Leodicéia.

Disse João: voltei-me para ver a voz que falava comigo, e assim voltando, vi sete candeeiros de ouro.

E no meio dos candeeiros um semelhante a Filho de Homem, vestido de uma roupa talar e cingido pelo peito com uma cinta de ouro.

A cabeça e os cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, os olhos eram como uma chama de fogo.

Os pés eram semelhantes ao latão polido como se fosse derretido na fornalha, e a voz era como a voz de muitas águas.

Ele tinha na destra sete estrelas, da boca saía uma espada de dois gumes, e o rosto era como o sol quando brilha na sua força.

Quando o vi, caí aos seus pés como morto, e ele pôs a sua destra sobre mim, dizendo: Não temas, eu sou o primeiro e o último.

E o que vivo, e fui morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos, e tenho as chaves da morte e do Hades.

Escreve, pois, as coisas que vistes, e as que são, e as que hão de suceder depois destas.

Eis aqui o mistério das sete estrelas que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas.

 Jesus aparece a seu Precursor na ilha de Patmos, ordena-lhe que escreva o que viu.

João é o supremo operário em responsabilidade, que abaixo do Senhor Jesus ficou ao lado de seus irmãos que residem neste mundo, como fiel companheiro lutando pacientemente contra o pecado, cooperando com eles na tribulação, no reino e na paciência em Jesus Cristo.

João esteve na ilha que se chama Patmos, por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de Jesus, nosso Salvador.

João foi arrebatado Espiritualmente no dia do Senhor, e ouviu por detrás dele uma grande voz como de trombeta.

Que dizia: O que vês e ouve escreve em um livro, envia-o às Sete Igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Filadélfia e à Leodicéia.

As igrejas são representadas por sete candeeiros, são as lâmpadas de onde cada um dos mensageiros apresenta a luz de sua sabedoria, e o respectivo entendimento de Doutrina de Jesus.

Eu, João, voltei-me para ver a voz que falava comigo, e assim voltando, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros vi Jesus Cristo, o Divino Mestre, em toda sua pureza e grandeza. Ele tinha a seu lado sete estrelas que são os Sete Espíritos escolhidos para dar continuação a sua Doutrina: o CRISTIANISMO, em toda sua pureza.

As estrelas são sete mensageiros apresentando cada um a sua mensagem, segundo a sua capacidade, de acordo com a vontade de Deus.

Da sua boca saía uma espada de dois gumes: esta espada é a mais sublime expressão da verdade, da razão e do direito, que separa em duas partes, o BEM e o MAL, em todas as formas da vida humana.

Disse João que o rosto de Jesus era brilhante e luminoso, como o Sol quando brilha na sua força.

João quando viu o estado luminoso de Jesus, caiu aos seus pés como morto, isto é, decomposto, abalado e sem coragem, mas Jesus colocando a mão direita sobre ele disse: Coragem, não temas, eu sou o primeiro e o último.

E o que vivo, e fui morto, mas eis que estou eu vivo pelos séculos dos séculos, e tenho as chaves da morte e do Hades.

Escreve, pois, em primeiro lugar as sete cartas que vou mandar as Sete Igrejas, e depois escreve as coisas que hão de acontecer nos últimos tempos, relativamente.

Eis aqui o mistério das sete estrelas que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as sete estrelas são os anjos das igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas.

Jesus examinando a vida facultativa e a compreensão de cada um dos Sete Espíritos escolhidos para dar continuação a sua Doutrina, mandou que João escrevesse uma carta a cada igreja, de acordo com as instruções que Jesus daria, e João assim fez.

Os sete Espíritos representam sete mensageiros, sobre os quais recai a responsabilidade da continuidade da Doutrina de Jesus.

As Sete Igrejas representam os sete modelos Doutrinários, apresentados pelos sete mensageiros, entre os quais se acha João.

Jesus lhe diz que participe às sete religiões que ele enxerga nas condições que se acham e pede que se arrependam.

As sete influências dos sete planetas são as sete religiões. As sete cartas que Jesus manda às sete religiões são as manifestações do estado de cada Religião.

Apocalipse, capítulo 2, versículos 01 a 07.

 CARTA À IGREJA EM ÉFESO.

Jesus disse ao Anjo da Igreja em Éfeso, escreve: isto diz aquele que tem as sete estrelas na sua destra, isto é, Jesus Cristo, que anda no meio dos sete candeeiros de ouro, quer dizer, no meio destas igrejas ou religiões.

Disse Jesus: Sei as tuas obras, o teu trabalho e a tua Perseverança e que não podes suportar os maus, e que puseste à prova os que se dizem Apóstolos e não o são, e os achaste falsos – dizem ser Apóstolos e não são, disse o Senhor.

E que tens paciência e por amor do meu nome sofreste e não te hás cansado – o Espírito não abandonou a sua missão. Eu, porém, tenho contra ti um desgosto, porque deixaste o teu primeiro amor.

Jesus adverte ao Anjo desta Igreja, e talvez também à Igreja: Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e pratique as primeiras obras, ou se não te arrependeres, venho a ti e removerei o teu candeeiro do lugar.

Este Anjo e esta Igreja estão propensos a serem removidos de seu lugar, na hora e no dia do Juízo, talvez a ser agregada a outro Anjo e a outra Igreja, ou a outro mundo, se não houver um competente arrependimento.

Mas, isto tens em ti que me agrada: que aborreces as obras impuras dos Nicolaitas, as quais Eu também aborreço, porém, isto não impedirá de ser removido, se não te arrependeres.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito de Jesus diz às Igrejas.

Ao vencedor, diz Jesus, darei a comer da Árvore da Vida, do Espírito Santo e de todas as coisas divinas que estão no Paraíso de Deus.

 

Vê-se claramente que um destes Espíritos vai sair vencedor, que vai ter às suas ordens a Árvore da Vida, que está no Paraíso de Deus: a graça divina.

Cada Igreja foi formada e representada por seu Anjo, que assumiu responsabilidade sobre a mesma.

Disse Jesus nesta carta, por intermédio de João, ao Anjo desta Igreja: Sei as tuas obras, o teu trabalho e a tua perseverança, que não pode suportar aos maus. Que tens paciência, por amor do meu nome sofreste e não te cansaste.

Mas Jesus tem desgosto com este Anjo, por ter deixado o seu primeiro amor, lhe recomenda que recorra em seu pensamento, lembre-se onde caiu e se arrependa, porque se não arrepender-se, Jesus removerá o seu candeeiro, isto é, a Igreja de seu lugar, tirando-lhe a superioridade, colocando a sua Igreja sob a ordenação e domínio de outro Anjo, que seja diligentemente cumpridor de seus deveres espirituais e morais, segundo a vontade de Deus.

O Mestre Jesus se conforma um pouco, porque este Anjo aborrece muitas coisas que também Jesus aborrece, mas isto não será suficiente; se este Anjo e juntamente a sua Igreja não reconhecerem a sua queda, e não se arrependerem, Jesus removerá a Igreja de seu lugar.

Todo aquele que tem ouvido para ouvir, ouça o que o Espírito Santo, em Jesus, diz às Igrejas. Ainda disse Jesus: Aquele que com perseverança e submissão for o vencedor, darei a comer da Árvore da Vida que está no Paraíso, ou Reino de Deus.

Este é o destino desta primeira Igreja, segundo a explicação da carta transmitida por Jesus a este Anjo, por intermédio de João Batista, o Terceiro Revelador, ao qual lhe foram reveladas estas Profecias, para ter conhecimento de seus deveres nos últimos tempos, ou seja, nos tempos atuais.

Ver também: Apocalipse, 1:13, 16 e 20; 2:15; 3:1,6,8,13,15 e 22; 13:9; 22:2 e 14. Salmos, 1:6. II Coríntios, 11:13. I João, 4:1. Filipenses, 1:29. II Tessalonicenses, 1:4. Hebreus, 12:3 e 5. Jeremias, 2:2. Mateus, 11:15; 13:9 e 43; 21:40,41 e 43; 24:12. Gênesis, 2:9; 3:22 e 24.

 

 

1ª Carta. Apocalipse, capítulo 2, versículos 1-a-7.

 CARTA À IGREJA EM ÉFESO.

Jesus examinando o princípio, abaixo do trabalho espiritualmente do primeiro mensageiro, disse que estava tudo muito bem, de acordo com a vontade de Deus. E apresenta o Senhor: chamaste para este glorioso trabalho os que dizem serem apóstolos e os puseste à prova, e pelos seus atos compreendeste que não o são, e os achaste falsos.

E assim mesmo com paciência sofreste, e por amor ao meu nome, não te hás cansado da luta, abatido pelo sofrimento.

Mas Jesus lamenta que este Espírito teve um grande fracasso, caindo dos planos primitivos, deixou o seu primeiro amor, e disse-lhe: Lembra-te, pois, onde caíste, e arrepende-te e pratica as primeiras obras, ou se não te arrependeres, venho a ti, e removerei o teu candeeiro do seu lugar, se não te arrependeres e não voltares ao teu primeiro Amor.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito de Jesus diz às igrejas.

Ao vencedor darei a comer da Árvore da Vida, que está no Paraíso de Deus, nosso Eterno Pai.

POR HUMANO

 

 Apocalipse, capítulo 2, versículos 08 a 11.

 CARTA À IGREJA EM ESMIRNA.

 Ao Anjo da Igreja em Esmirna escreve Jesus, dizendo: isto diz o primeiro e o último, eu que fui morto materialmente, mas espiritualmente vivo eternamente.

Sei a tua tribulação e a tua pobreza (mas tu és rico espiritualmente), e a calúnia daqueles que se dizem judeus e não o são, mas são sinagogas de Satanás.

Não temas, o que estás para sofrer. Eis que o Diabo está para meter alguns de vós em prisões para serdes provados, e passareis por uma tribulação de dez dias.

Porém, sê fiel até a morte e Eu te darei a coroa da vida.

Mas eu te darei a coroa da vida, disse Jesus.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito de Jesus diz às igrejas.

O vencedor nada sofrerá da segunda morte.

O Espírito da Igreja em Esmirna é um Espírito que sofre muito em meio da ignorância, da reação e contradição dos espíritos inimigos do bem.

Ele é um Espírito que tem boas qualidades espirituais e morais, segundo a vontade de Deus, mas são poucos os que aceitam a sua mensagem, por isso mesmo a sua Igreja é pobre em cooperação de fiéis.

Disse Jesus ao Anjo desta Igreja que está ciente da tribulação por que está passando e de sua pobreza de cooperadores, porque são poucos os que aceitam a sua mensagem (mas tu és rico), em qualidades, segundo a vontade de Deus. Disse Jesus: Não te incomodes com a calúnia daqueles que se dizem ser judeus, e não o são, mas são sinagogas de Satanás.

Não temas o que estás para sofrer, porque o Diabo está para meter alguns de vós em prisão para serdes provados, e passareis por uma tribulação por um tempo limitado, para experimentar a vossa firmeza para com Deus. Sê fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida.

Não tem a mínima importância de ser criticado, condenado ou julgado pelos outros. O que importa é ser fiel para com Deus, na pessoa do Senhor Jesus.

Este Espírito era julgado, criticado e desprezado pela inferioridade humana que morava na sinagoga de Satanás.

Era sua Igreja pobre de cooperação, porque eram poucos que aceitavam a sua mensagem, ou antes, melhor: a mensagem de Jesus por intermédio dele, mas era rico em qualidades espirituais, que depois de ser provado, se tornou digno do Reino de Deus e Jesus lhe entregou a coroa da vida, como verdadeiro soldado de Jesus, triunfante sobre o pecado e a morte.

Esta coroa simboliza a criação de um novo rei, que recebeu a coroa da vida, é João Batista, ao qual foi entregue este mundo, por Jesus, para restaurar todas as coisas e fundar o Reino, representá-lo e governá-lo em nome de Jesus, eternamente.

Este Anjo e esta Igreja, sem dúvida alguma, é Alan Kardec e o Espiritismo, cuja mensagem foi fundada nos planos dos pequeninos e dos nobres, e aí está claro e patente a perseguição das outras seitas aos Espíritas e, talvez, Satanás oprimirá o Espiritismo, até a ponto de submetê-lo a uma campanha de opressão e tribulação.

Quem tem ouvido para ouvir, ouça o que o Espírito do Salvador Jesus, diz as igrejas.

E finaliza o senhor Jesus dizendo: O vencedor nada sofrerá da segunda morte.

Ver também: Lucas, 12:21. Romanos, 2:17, 28 e 29; 9:6. II Coríntios, 6:10. 8:9; I Timóteo, 6:18. Tiago, 1:12; 2:15. Apocalipse, 3:9,10,11; 20:6 e 14; 21:8. I Pedro, 3:14. Mateus, 24:13.

 

Apocalipse, capítulo 2, versículos 12 a 17.

 CARTA À IGREJA EM PÉRGAMO.

 Ao Anjo da Igreja em Pérgamo, escreve Jesus:

Isto diz aquele que tem a afiada espada de dois gumes, Jesus:

 Sei onde habitas, onde Satanás tem o seu trono, e que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, mesmo nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde habita Satanás.

Não há a menor dúvida que esta é a mesma que perseguiu ao Senhor, ao Espiritismo e a todos os verdadeiros Cristãos.

Disse Jesus a esta Igreja: Tenho, porém, contra ti, umas poucas de coisas, porque tens aí os que seguem os ensinos de Balaão, que ensinava a Balaac, a pôr uma pedra de tropeço diante dos filhos de Israel, isto é, a comer coisas sacrificadas aos ídolos e a fornicar.

Assim tu tens igualmente aos que seguem o ensino dos Nicolaitas.

Arrepende-te, pois, ou senão, venho a ti sem demora e lutarei contra eles com a espada de minha boca.

 Provavelmente esta Igreja, não aceitando o arrependimento, Jesus lutará contra ela, a vencerá e será também removido o seu candeeiro, pois quem tenha ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito de Jesus diz às Igrejas.

Ao vencedor darei do maná escondido, o pão da vida, e lhe darei também uma pedra branca, e nesta pedra, um novo nome escrito, o qual ninguém sabe, senão quem o recebe.

Jesus que, com sua imensa clarividência, enxerga até os secretos mais profundos da alma, sabe muito bem aonde mora o espírito humano, não adianta negar a nossa posição, porque para Jesus está tudo presente.

Quanto à posição deste Espírito disse Jesus, que ele bem sabe que este espírito mora onde Satanás tem o seu trono.

Este espírito conservou o nome de Jesus e não negou a sua fé, mesmo nos dias de Antipas, uma fiel testemunha do Divino Mestre, o qual foi morto entre eles, onde habita Satanás, o inimigo de Deus e da humanidade.

Disse mais Jesus ao Espírito desta Igreja:

Tenho também contra ti, umas poucas de coisas, porque tens aí os que seguem o ensino do espírito do mal, o qual desencaminha os filhos de Deus, isto é, viciados a comer das coisas sacrificadas à idolatria e à fornicação.

Assim, tu tens igualmente aos que seguem o ensino dos Nicolaitas, o qual é contrário à vontade de Deus.

Arrepende-te, pois, o quanto antes, ou se não, venho a ti sem demora, e pelejarei contra ti e contra eles com a espada da minha boca, que divide o bem e o mal, e sereis vencidos e lançados nas trevas exteriores, e lá sofrereis tribulações, e haverá choro e ranger de dentes.

Esta Igreja está entre nós, muito cuidado meus irmãos, não sejamos levados pelo erro nosso, ou dos outros, pois Jesus enxerga o passado, o presente e o futuro, e lutará vencendo todos os preconceitos contra a vida.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito de Jesus diz às igrejas.

Ao vencedor darei do maná escondido e lhe darei também uma pedra branca, e nesta pedra um novo nome escrito, o qual ninguém sabe senão quem o recebe.

Este novo nome nós consideramos que deve ser o novo nome de Jesus, agora em sua vinda espiritual, talvez: O nome eterno para a Vida Eterna, Júpiter Radiante.

Ver também:  Apocalipse, 1: 9,16; 3:12; 19:12,15 e 21. Números, 24:14; 25:1 e 2; 31:16. Atos, 15:29. I Coríntios, 8:9 e 10; 10:19 e 20. II Pedro, 2:15. Judas, 11. II Tessalonicenses, 2:8. Isaias, 11:4; 56:5; 62:2; 65:15.

Apocalipse, capítulo 2, versículos 12 a 17.

 CARTA À IGREJA EM PÉRGAMO

Não há a menor dúvida que esta é a mesma que perseguiu ao Senhor, ao Espiritismo e a todos os verdadeiros Cristãos.

 Disse Jesus a esta Igreja: Tenho, porém, contra ti, umas poucas de coisas, porque tens aí os que seguem os ensinos de Balaão, que ensinava a Balaac, a pôr uma pedra de tropeço diante dos filhos de Israel, isto é, a comer coisas sacrificadas aos ídolos e a fornicar. Assim tu tens igualmente aos que seguem o ensino dos Nicolaitas.

Arrepende-te pois, ou senão, venho a ti sem demora e lutarei contra eles com a espada de minha boca.

Provavelmente esta Igreja, não aceitando o arrependimento, Jesus lutará contra ela, a vencerá e será também removido o seu candeeiro, pois quem tenha ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito de Jesus diz às Igrejas.

Ao vencedor darei do maná escondido, o pão da vida, e lhe darei também uma pedra branca, e nesta pedra, um novo nome escrito, o qual ninguém sabe, senão quem o recebe.

Apocalipse, capítulo 2, versículos 18 a 29.

CARTA À IGREJA EM TIATIRA.

Ao anjo da igreja em Tiatira o Senhor Jesus escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem olhos como uma chama de fogo, e os seus pés são semelhantes ao latão polido:

Sei as tuas obras, o teu amor e a tua perseverança, e que as tuas últimas obras são mais numerosas do que as primeiras.

Tenho, porém, contra ti que toleras a mulher Jezabel, que se chama a si mesma profetiza, e ela ensina e seduz os meus servos a fornicar e a comer das carnes sacrificadas aos ídolos.

E eu lhe dei tempo para que se arrependesse, e ela não quer arrepender-se da fornicação.

Eis aí a lanço num leito e numa grande tribulação, tanto a ela, como aos que adulteraram com ela, se não se arrependerem dos atos ensinados por ela.

E farei morrer aos seus filhos, e todas as igrejas conhecerão que eu sou o esquadrinhador dos rins e corações, e darei a cada um de vós segundo as suas obras.

Digo, porém, a vós outros, que estais em Tiatira, a quantos não seguem este ensino, e que não conhecem as coisas profundas de Satanás, como eles dizem: Eu não vos ponho outro fardo.

Somente aquilo que tendes, guardai-o bem, até que eu venha.

Ao vencedor, e ao que guarda as minhas obras até o fim, lhe darei autoridade sobre as nações.

E ele as regerá com vara de ferro, quebrando-as, como são quebrados os vasos de oleiro. Assim como eu a recebi de meu Pai, e lhe darei a estrela da manhã.

Quem tem ouvidos, para ouvir, ouça o que o Espírito de Jesus diz às igrejas.

O Anjo organizador da Igreja em Tiatira tem sido perseverante e se tem esforçado no cumprimento de seus deveres; as últimas obras têm sido mais numerosas do que as primeiras.

Mas Jesus está desgostoso com ele, devido tolerar uma mulher que se chama Jezabel, a qual se revela como profetiza, e tomou a direção soberanamente da Igreja, sendo que ensina e seduz os seguidores de Jesus a fornicar e gozar das criaturas que materialmente são sacrificadas, abaixo do domínio da idolatria e do materialismo, ignorantemente.

Segundo a expressão desta carta, esta Igreja tem trabalhado e tem se esforçado na propagação da Doutrina, mas tolera e aceita os ensinos de uma profetiza, que não ensina corretamente a palavra de Deus. Por isso Jesus está descontente, lançará num leito e numa grande tribulação os que adulterarem com ela, se não se arrependerem dos atos que ela ensina.

Jesus continua dizendo: E eu lhe dei tempo para que se arrependesse, e ela não quer arrepender-se de sua fornicação, continuando sempre aquela mesma tendência viciada da fornicação, e ensinando os fiéis a fornicar.

Jesus continua dizendo: Eis é que por teimosa, a lanço num leito, e numa grande tribulação a ela e aos que adulteram com ela, se não se arrependerem dos atos ensinados por ela.

E farei morrer seus filhos, e todas as igrejas conhecerão que eu sou o esquadrinhador dos rins e corações, e darei a cada um de vós, segundo as suas obras.

Jesus disse aos que estão em Tiatira, que ainda não conhecem as coisas profundas de Satanás, que ele não lhes põe outro fardo, somente aquilo que tem essa pouca luz e compreensão que tendes, guarda-o bem até que eu venha, disse Jesus.

Ao vencedor, e ao que guarda as minhas obras até o fim, lhe darei autoridade sobre as nações.

E ele as regerá com vara de ferro, quebrando-as como são quebrados os vasos de oleiro.

Assim como eu a recebi de meu Pai, e lhe darei a estrela da manhã.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito de Jesus diz às igrejas.

Ver também: Apocalipse, 1:14 e 15; 3:11 e 21; 9:20 e 21; 12:5 e 19:15; 20: 4 e 12; 22:16. Êxodo, 34:15. I Reis, 16:31; 21:25. II Reis, 9:7. Romanos, 2:4 e 6; 8:27. II Pedro, 1:19; 3:9. I Samuel, 16:8. I Crônicas, 28:9 e 29:17. II Crônicas, 6:30. Salmos, 2:9; 7:9; 62:12; 149:7 e 8. Jeremias, 11:20 e 17:10. João, 2:24 e 25. Atos, 1:24; 15:28. Mateus, 16:27; 19:28. II Coríntios, 5:10. Lucas, 22: 29 e 30. I Coríntios, 6:2.

 

Apocalipse, capítulo 3, versículos 1 a 6.

CARTA À IGREJA EM SARDES.

Ao anjo da igreja em Sardes, Jesus escreve: Isto diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas:

Sei as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto.

Sê vigilante e confirma o que ainda permanece, que estava prestes a morrer. Pois, não tenho achado tuas obras completas diante de meu Deus.

Lembra-te, portanto, como recebeste e ouviste, guarda-o e arrepende-te.

 Pois, se não vigiares, virei como um ladrão, e não conhecerá a hora em que hei de vir a ti.

Mas tens umas poucas pessoas em Sardes que não contaminaram as suas vestes, e estas andarão comigo em vestes brancas, porque são dignas.

O vencedor será assim vestido de vestes brancas, e não apagarei o seu nome do Livro da Vida, e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito de Jesus diz às igrejas.

Nesta carta, Jesus disse ao Anjo desta Igreja, que tem examinado as suas obras e conhece bem a sua posição, e conhece muito bem, que tens nome de que vives e estás morto.

Quantos vivos mortos há neste mundo, onde, todavia, predomina a ignorância, o capricho, o ódio, a falsidade, a vingança, a devassidão e o ciúme; que se considera estar vivos, e são mortos para com Deus, perdidos no seio das paixões dos vícios e dos interesses deste mundo, que tem nome de que vivem, entretanto, eles são vivos mortos, porque neles não há vida, e eles mesmos ignoram a sua posição decadente.

É uma posição triste para a criatura humana, ter nome de que vive e estar morto. Sim, morto para com Deus, sem vida espiritual, conscientemente.

E continua Jesus dizendo: Sê vigilante, e confirma o que ainda permanece, que estava prestes a morrer, pois não tenho achado tuas obras completas diante de meu Deus.

Lembra-te como recebeste e ouviste, guarda-o e arrepende-te de tua vida errante. Pois, se não vigiares, virei como um ladrão, e não conhecerás a hora em que hei de vir a ti.

Irmãos, prestemos a máxima atenção e analisemos em que péssima situação se acha esta Igreja, simbolizada em Sardes.

Jesus disse que tem em Sardes um pouco de pessoas que não contaminaram as suas consciências, as quais andarão com Jesus no Reino de Deus, com vestes brancas, porque são dignas.

Vestes brancas representam pureza Espiritual.

O vencedor será assim vestido de vestes brancas, e não apagarei o seu nome do Livro da Vida, e confessarei o seu nome diante do meu Deus e Pai, e diante dos seus Anjos.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito de Jesus diz aos Espíritos representantes das igrejas.

Ver também: Apocalipse, 1:4 e 16; 2:2 e 5; 4:4 e 5; 5:6; 6:11; 7:9 e 13; 13:8; 16:15; 17:8; 19: 8 e 14. Efésios, 2:1 e 5. I Timóteo, 5:6; 6:20. II Timóteo, 1:13; 3:5. Mateus, 10:32; 24:42 e 43; 25:13. Marcos, 13:33. Lucas, 12: 8,39 e 40. I Tessalonicenses, 5:2 e 6. II Pedro, 3:10. Judas, 23. Êxodo, 32:22. Salmos, 69:28. Filipenses, 4:3.  

Apocalipse, capítulo 3, versículos 7 a 13.

CARTA À IGREJA EM FILADÉLFIA.

Ao anjo na igreja em Filadélfia, o Senhor Jesus escreve: Isto diz o Santo, o Verdadeiro, o que tem a chave de David, o que abre e ninguém fechará, e o que fecha e ninguém abre.

Sei as tuas obras (eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar), que tens pouca força, e guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.

Eis que farei que alguns da sinagoga de Satanás, que dizem ser judeus, e não o são, mas, mentem; eis que farei que venham prostrar-se aos teus pés e conheçam que eu te amei.

Visto que guardaste a palavra da minha paciência, eu também te guardarei na hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para provar os que habitam na terra.

Venho sem demora, diz o Senhor Jesus, guarda bem o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.

Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, onde jamais sairá, e escreverei sobre ele o nome de meu Deus, e o nome da cidade de meu Deus, a Nova Jerusalém, que desce do céu da parte do meu Deus, e também o meu novo nome.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito de Jesus diz às igrejas.

Jesus escreve a carta ao Anjo da Igreja em Filadélfia dizendo, que ele é o Santo e Verdadeiro Filho de Deus, que tem a chave de David, o que abre e ninguém fechará, o que fecha e ninguém abre. Isto quer dizer que ninguém no mundo tem poder para destruir o que ele constrói.

E continua dizendo ao Anjo: Sei as tuas obras (eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar), que tens pouca força, e guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.

Jesus, examinando as obras e a perseverança do Espírito que representa a Igreja em Filadélfia, lhe disse que tem posto diante dele uma porta aberta que ninguém pode fechar, porque ninguém no mundo tem poder para desfazer o que Jesus faz ou determina. E continua Jesus dizendo a este Espírito: Sei que tens pouca força de cooperadores na Igreja a vós confiada, e assim mesmo não descorçoaste, e guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.

Eis que farei que alguns da sinagoga de Satanás, que dizem ser judeus e não o são, mas, mentem, eis que farei que venham prostrar-se aos teus pés em obediência e respeito a minha palavra, e conheçam que te amei como a todos que obedientemente fazem a vontade de Deus.

Pois, visto que guardaste a palavra de minha paciência, eu também te guardarei na hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para provar os que habitam na terra.

Sede vigilantes, não descuideis, porque venho sem demora, guarda bem o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.

Pelos esclarecimentos que recebemos do Divino Mestre e Salvador do Mundo, acerca do vencedor, compreendemos que este Espírito aqui em referência, Jesus vai colocar um pequeno Reino abaixo das suas responsabilidades, (deve ser este mundo).

Jesus acrescenta: Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no Santuário do meu Deus, onde jamais sairá, e escreverei sobre ela o nome do meu Deus e o nome da cidade de meu Deus, a Nova Jerusalém, que desce do céu da parte do meu Deus, e também o meu novo nome.

Irmãos, como se vê, entre sete Igrejas que tem supremamente representação sobre o plano religioso neste mundo, tem apenas duas que estão fazendo a vontade de Jesus, o estimado Mestre, que são: o Anjo da Igreja em Esmirna e o Anjo da Igreja em Filadélfia; as outras cinco Igrejas, Jesus as achou em falta perante Deus, porém, umas mais erradas que outras, mas como vemos e está claro, é fácil de compreender: são sete Anjos que estão representando no plano religioso, dois apenas é que estão fazendo a vontade de Jesus, mas um só Anjo tem autoridade soberana sobre seis, que é o Anjo da Igreja em Filadélfia.

O Espírito que representa a Igreja em Filadélfia é o Precursor de Jesus. A Igreja que representa é: as boas novas da Doutrina do Salvador, o Cristianismo, em toda sua pureza.

A Nova Jerusalém que desce do céu de parte de Deus, já se acha construída espiritualmente, no lugar que foi revelada a mensagem da Nova Vida, Terceira Revelação, no Brasil, Coração do Mundo, no município de Birigui, Estado de São Paulo.

Deus é a Inteligência Suprema Universalmente Infinita e Eterna.

Deus Pai é o Espírito mais inteligente que tem sido criado no seio do Infinito.

Deus Pai é o interprete da Suprema Natureza Criadora, único intermediário entre as criaturas e as demais vidas criadas por natureza, infinitamente.

Deus é Pai, porque Deus é o Verbo Criador em natureza inteligente, consciente, cujo pensamento se acha em sintonia com os planos superiores e com todos os seres criados, se acha em sintonia radiativamente.

O novo nome de Jesus é Júpiter Radiante, porque seu Trono se acha no Planeta Júpiter, um dos Planetas que se acha abaixo da influência de nosso Sistema Solar; desde ali Jesus se acha em sintonia com nosso mundo, com nossa Esfera Planetária e com todo o Infinito, radiativamente.

Ver também: Jó, 12:14. Isaias, 22:22; 24:17; 49:23; 60:14; 45:14. Mateus, 16:19. Atos, 3:14. I João, 5:20. Apocalipse, 1:3 e 18; 2:9,10, 17 e 25; 14:1; 19:11; 21:2 e 10; 22:4,7, 12 e 20. I Coríntios, 16:9. II Coríntios, 2:12. Colossenses, 4:3. II Pedro, 2:9. Filipenses, 4:5. I Reis, 7:21. Gálatas, 2:9; 4:26.  Hebreus, 12:22.

Apocalipse, capítulo 3, versículos 14 a 22.

 CARTA À IGREJA EM LAODICÉIA.

Ao Anjo da Igreja em Leodicéia escreve: isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus.

Sei as tuas obras, que não és nem frio, nem quente; oxalá foras frio ou quente!

Assim, porque tu és morno e nem és frio, nem quente, estou para te vomitar de minha boca, visto que dizes: rico sou e estou enriquecido e de nada tenho falta, e não sabes que tu és um coitado e miserável, pobre, cego e nu.

 Eu te aconselho que de mim compres ouro refinado no fogo, para te enriquecer, também vestes brancas para te cobrires e para que a vergonha da tua nudez não seja manifesta e colírio para os olhos, a fim de que vejas.

A quantos eu amo repreendo e castigo; seja, pois, zeloso e arrepende-te.

Eis aí, estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo.

Ao vencedor fá-lo-ei assentar-se comigo no meu Trono, assim como eu venci e sentei-me com meu Pai no seu Trono.

Quem tem ouvidos espirituais para ouvir, ouça o que o Espírito diz à Igreja.

Pois bem irmãos, esta é a última carta das sete que Jesus escreveu aos sete Anjos, das sete Igrejas, que supremamente representam o plano religioso sobre este mundo.

Jesus escreve ao Anjo da Igreja em Leodicéia dizendo: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus.

Esta Igreja tem um temperamento médio, está estacionada, nem decide ir para Deus, nem para o Reino de Satanás.

O Amém que se acha no versículo quatorze, desde capítulo, simboliza a quarta mensagem e a última.

Amém quer dizer: Justo, verdadeiro, está completamente perfeito de acordo com a vontade de Deus; esta é a testemunha fiel e verdadeira, que começou a trabalhar na obra do bem desde o princípio da criação da obra naturalmente divina e eterna de Deus, nosso Pai, em natureza inteligente, em nossa Esfera Planetária, que é Jesus Cristo, nosso Mestre e Salvador Eterno. E continua Jesus dizendo ao Anjo representante desta Igreja.

Sei as tuas obras, que não és nem frio nem quente, oxalá foras frio ou quente!

Assim, porque tu és morno, e nem és frio nem quente, estou para vomitar da minha boca.

Assim, compreendemos que se compõe de quatro mensagens, supremamente, o Reino de Deus sobre a terra, além de João Batista, ainda podemos esperar mais uma mensagem denominada: O Quarto Revelador, que virá com a missão exclusiva de examinar a obra de Deus sobre a terra, transmitida por intermédio de João Batista.

Continuando, no versículo quinze, vemos como Jesus não se compraz com a obra dos indecisos, pois Ele disse ao Anjo e juntamente à cooperação desta Igreja: sei as tuas obras, que nem és frio, nem quente; oxalá foras frio ou quente!

Assim, porque tu és morno e nem é frio, nem quente, estou para te vomitar da minha boca, visto que dizes: rico sou e estou enriquecido e de nada tenho falta, e não sabes que tu és um coitado e miserável, pobre, cego e nu.

Quantas criaturas há neste plano desventurado, criaturas e seitas que se acham cheios de si próprios, considerando-se ricos, espiritualmente, e são pobres mendigos, nus e cegos, considerando-se que estão enriquecidos e não tem falta de nada.

Neste mundo é ocupado esta posição quase por toda humanidade, até agora não somos nem frios nem quentes, nem vamos, nem ficamos, ainda somos indecisos, e nós mesmos ignoramos qual será a nossa atitude, quanto às duas estradas indicadas por Jesus.

A estes que Jesus aconselha que comprem de sua imensa riqueza, vestes brancas para a vergonha da sua nudez, para que não seja manifesta, e colírio espiritual para que clareiem os olhos de sua alma e enxerguem as grandezas de Deus.

Pois todo o tempo que o homem permanecer desconhecendo-se a si mesmo, permanecerá morno, embaraçado e sem destino quanto à realeza da vida, embaraçando o progresso evolutivo da Vida Natural.

No estado morno não há evolução nem progresso; onde não há progresso espiritual, permanece a ignorância e domina o materialismo, e as criaturas vivem seduzidas e enganadas, pensando ser alguma coisa, não sendo nada.

Jesus continua falando ao Anjo decaído e a toda inferioridade humana.

Visto que dizes: Rico sou, estou enriquecendo e de nada tenho falta, e não sabes que tu és o coitado, miserável, pobre, cego e nu.

Os ricos do mundo somos os pobres para com Deus; talvez este Espírito teria seus olhos vendados com algumas notas, por esta causa Jesus lhe disse: Eu te aconselho que de mim compres ouro refinado no fogo vivo das lutas e das provações para te enriqueceres; também vestes brancas, símbolo do bem, da paz e da harmonia, para que a vergonha da tua nudez não seja manifestada, e compre também colírio para ungires os olhos a fim de que vejas a graça e o poder de Deus.

E continua Jesus dizendo ao Anjo: Eu vos quero bem, a todos quantos eu amo, repreendo e castigo para o vosso bem. Se, pois, zeloso e arrepende-te.

Eis aí estou à porta de vosso coração e bato, se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele, e ele comigo. A refeição gloriosa para aquele que conseguir comê-la junto com o Senhor na mesa farturosa da eternidade.

Portanto, Jesus repreende a todos que ama e castigará quem aceitar a sua representação; imediatamente Jesus vem ao seu lado, come e bebe juntos das grandezas de Deus. Ao vencedor, fá-lo-ei assentar-se comigo no meu trono, assim como eu venci e assentei-me com meu Pai no seu Trono.

Quem tem ouvidos espirituais para ouvir, ouça o que o Espírito do Senhor Jesus diz às Igrejas.

A paz seja com todos.

Ver também: Isaias, 55:1; 65:16. Colossenses, 1: 15 a 17. Apocalipse, 1:5; 2:26 e 27; 7:13; 16:15; 19: 8,11. Oséias, 12:8. I Coríntios, 4:8. II Coríntios, 5:3. Jó, 5:17. Provérbios, 3:11 e 12. Hebreus, 12:5 e 6. João, 14:23. Mateus, 19:28. Lucas, 22:30. II Timóteo, 2:12.

Apocalipse, capítulo 4, versículos 1 a 11.

 A VISÃO DE DEUS SOBRE O SEU TRONO.

OS VINTE E QUATRO ANCIÃOS E AS QUATRO CRIATURAS VIVENTES.

Disse João: Depois disto olhei, e eis uma porta aberta no céu e a primeira voz que ouvi (como de trombeta falando comigo); dizendo: Sobe para aqui e mostrar-te-ei o que deve acontecer depois destas coisas.

Quem falava com João era Jesus, o Divino Mestre.

Imediatamente foi arrebatado o Espírito de João, pelo Espírito de Jesus, e eis havia um Trono posto no céu, e sobre o Trono Um Sentado.

E aquele que estava sentado era, pelo que parecia, semelhante a uma pedra de jaspe e de sardônico, e havia ao redor do Trono um arco-íris semelhante, pelo que parecia, à esmeralda.

Este era Deus Todo Poderoso.

Este é Deus, nosso Eterno Pai, sentado em seu Trono Infinito e Eterno, representando o brilho de sua pureza, e o arco-íris, é o resplendor da divindade, infinitamente, do Reino de Deus, no qual refletem as semi cores fluídicas dos quatro reinos, natural e positivamente: Reino Mineral, Reino Vegetal, Reino Animal e Reino de Deus.

João viu que estavam também ao redor do Trono vinte e quatro Tronos, e sobre os Tronos viu assentados vinte e quatro Anciãos vestidos de roupas brancas, e nas cabeças coroas de ouro.

Estes vinte e quatro Anciãos são os vinte e quatro Espíritos que representam os vinte e quatro Universos, segunda planitude Solar, descendo do Infinito para o finito.

Estes vinte e quatro Anciãos representam o Primeiro Conselho Ministerial, Universalmente Infinito do Reino de Deus, os Anciãos têm coroa de ouro, porque cada um representa como Rei Supremo de um Universo.

E do Trono saiam relâmpagos, vozes e trovões, e diante do Trono ardiam sete lâmpadas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus.

E diante do Trono havia um como mar de vidro, semelhante ao cristal; este mar de vidro semelhante ao cristal é o espaço sem fim, chamado céu.

No meio do Trono e ao redor do Trono havia quatro Criaturas Viventes, cheias de olhos por diante e por detrás.

A Primeira Criatura era semelhante a um Leão, a Segunda Criatura semelhante a um Novilho, a Terceira Criatura tinha um Rosto como de Homem, e a Quarta Criatura era semelhante a uma Águia Voando.

As quatro Criaturas, tendo cada uma delas seis azas, são cheias de olhos ao redor e por dentro, e não tem descanso dia e noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo Poderoso, o que era, o que é e o que há de vir.

Os vinte e quatro Anciões são vinte e quatro Ministros. São também vinte e quatro mundos; as quatro Criaturas Viventes são quatro Agentes e são também quatro mundos.

As quatro Criaturas Viventes são quatro potências que impulsionam a vida em plano positivo e naturalmente consciente.

O Leão representa a força viva do Supremo Criador, mediante a sabedoria de Deus, em natureza inteligente.

O Novilho representa a criação, O Reino Animal, cujo reino pensa e sente na harmonia com a Inteligência Suprema Universalmente Infinita, divinamente humana.

A Criatura que tinha o Rosto como Homem, representa a Espécie Humana, o homem criado segundo a imagem e semelhança de Deus.

A Águia Voando representa a sabedoria de Deus, nosso Eterno Pai, que vibra constantemente por todo o Infinito, sobre seus filhos.

E quando aquelas Criaturas Viventes davam glória, honra e ações de graças ao que está sentado sobre o Trono, ao que vive pelos séculos dos séculos.

Os vinte e quatro Anciãos se prostraram diante daquele que está sentado sobre o Trono e adoraram ao que vive pelos séculos dos séculos, e lançaram as suas coroas diante do Trono, dizendo:

Tu és digno, Senhor, nosso Deus, de receber a glória e a honra, porque tu criaste todas as coisas, e pela tua vontade existiram e foram criadas.

Dai-nos Senhor Jesus a Luz e a Bendita compreensão, para que todas as criaturas deste mundo, unidas às quatro Criaturas Viventes, por teu intermédio, reconhecemos o valor infinito e eterno de Deus, nosso Eterno Pai, e prostrando-nos aos seus pés, digamos: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo Poderoso, o que era, o que é e o que há de vir a nós, eternamente.

Tu és digno, Senhor nosso e Deus nosso, de receber a glória e a honra e o poder, porque tu criaste todas as coisas em natureza inteligente, e divinamente consciente.

A vós Pai Santo, seja dada a honra, a glória e o poder por intermédio de teu Amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, por todos os séculos dos séculos. AMÉM.

Ver também: Apocalipse, 1: 4, 8,10,18 e 19; 3: 1,4 e 5; 5:6,8,12 e 14; 6:11; 7:9 e 12; 8:5; 10:6; 11:12,16 e 19; 14:7; 15:2 e 7; 16:18; 17:3; 19:4 e 14; 21:10; 22:6. Isaias, 6:1 a 3. Ezequiel, 1: 5,10,26 e 28; 10:1 e 14. Daniel, 4:34; 7:9. Êxodo, 19:16; 25:37. Zacarias, 4:2. Deuterônio, 32:40. Gênesis, 1.1. Efésios, 3:9. Colossenses; 1:16.

 

Apocalipse, capítulo 4, versículos 4 e 7.

 A VISÃO DE DEUS SOBRE SEU TRONO.

OS VINTE E QUATRO ANCIÃOS E AS QUATRO CRIATURAS VIVENTES.

 DEUS PAI, SUA REPRESENTAÇÃO INFINITA.

Os Vinte e Quatro Anciãos representam seu Primeiro Conselho Universalmente Infinito.

As Quatro Criaturas Viventes representam:

A primeira representa a Força.

A segunda representa o Reino Animal.

A terceira representa a Espécie Humana, por intermédio do Homem.

A quarta representa a Sabedoria.

A VISÃO DO TRONO DE DEUS.

A visão de Deus sobre o seu Trono. Os vinte e quatro anciãos e as Quatro Criaturas Viventes.

Disse João: Depois disto olhei, e eis uma porta aberta no céu e a primeira voz que ouvi (como de trombeta falando comigo); dizendo: Sobe para aqui e mostrar-te-ei o que deve acontecer depois destas coisas.

Imediatamente foi arrebatado pelo Espírito de Jesus e eis havia um Trono posto no céu, e sobre o Trono Um Sentado.

E aquele que estava sentado era, pelo que parecia, semelhante a uma pedra de jaspe e de sardônico, e havia ao redor do Trono um arco‑íris semelhante, pelo que parecia, a esmeralda.

Estavam também ao redor do Trono vinte e quatro Tronos, e sobre os Tronos vi assentados vinte e quatro Anciãos vestidos de roupas brancas, e nas suas cabeças coroas de ouro.

E do Trono saiam relâmpagos, vozes e trovões, e diante do Trono ardiam sete lâmpadas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus.

E diante do Trono havia um como mar de vidro semelhante ao cristal, e no meio do Trono e ao redor do Trono havia Quatro Criaturas Viventes, cheias de olhos por diante e por detrás.

A Primeira Criatura era semelhante a um Leão, a Segunda Criatura semelhante a um Novilho, a Terceira Criatura tinha um Rosto como de Homem e a Quarta Criatura era semelhante a uma Águia Voando.

As Quatro Criaturas, tendo cada uma delas seis azas, são cheias de olhos ao redor e por dentro, e não tem descanso dia e noite, dizendo: Santo, santo, santo, é o Senhor Deus, o Todo Poderoso, o que era, o que é e o que há de vir.

E quando aquelas criaturas viventes deram glória e honra e ações de graça ao que está sentado sobre o Trono, ao que vive pelos séculos dos séculos.

Os vinte e quatro Anciãos se prostraram diante daqueles que está sentado sobre o Trono e adoraram ao que vive pelos séculos dos séculos, e lançaram as suas coroas diante do Trono, dizendo:

Tu és digno, Senhor nosso Deus, de receber a glória e a honra, porque tu criaste todas as cousas, e pela tua vontade existiram, e foram criadas.

POR HUMANO

 

INTERPRETAÇÃO APOCALÍPTICA, ACERCA DAS PLANITUDES SIMBÓLICAS DO MINISTÉRIO DO REINO DE DEUS CRIADOR.

A visão de Deus Criador sobre seu Trono, os vinte e quatro Anciões e outras representações simbólicas.

Contemplação da primeira planitude Deus Criador:

Depois disto, olhei, disse João, eis uma porta aberta no céu e a primeira voz que ouvi (como de trombeta falando comigo), dizendo: Sobe para aqui, a mostrar o que deve acontecer depois destas coisas. A porta aberta é a porta do entendimento espiritual, e o que chamou a João foi Jesus, para mostrar-lhe o Ministério do Reino de Deus.

Imediatamente foi arrebatado João pelo Espírito Santo. Eis que havia um Trono posto no céu e sobre o Trono Um Sentado, e aquele que estava e está sentado era, pelo que parecia, semelhante a uma pedra de jaspe e de sardônica. E havia ao redor do Trono um Arco Íris semelhante pelo que parecia, a esmeralda.

Este Trono posto no céu é o Primeiro Trono naturalmente consciente do Ministério do Reino de Deus; o que está sentado sobre o Trono é Deus Criador, na natureza dos seres viventes; seu brilho e seu resplendor era e é semelhante a uma das superiores pérolas da Suprema Natureza: de jaspe e de sardônico.

O Arco Íris semelhante pelo que parecia, a esmeralda é o fluído divino, o resplendor de sua santa e suprema majestade, o qual se acha em semi círculo, em volta dela, e, dito fluído reflete em todo o seio do Infinito; a cor do arco era pelo que parecia a esmeralda, a cor mais natural essencialmente entre todas as cores.

Esta Pedra de Jaspe é o Espírito de Deus Criador. Dá-se o nome de Deus ao Espírito do Homem mais inteligente do Infinito.

Está é a primeira planitude simbólica do Reino de Deus Criador e o seu próprio Trono. Assim, pois, temos um Astro ou uma Usina Suprema, naturalmente, no Coração do Infinito, segundo a natureza mundial. E temos outra Suprema Usina reprodutora de Vida Natural, segundo a natureza dos seres viventes:

1º – Verbo Criador inconscientemente;

2º – Deus Criador inteligentemente consciente da Obra Natural.

E continua no versículo 4, a visão dos Tronos e de seus Ministros, da segunda planitude ministerial. João disse, de acordo com o desenrolar de sua visão: Estavam também ao redor do Trono vinte e quatro Tronos, e sobre os Tronos vi assentados vinte e quatro Anciãos vestidos de roupas brancas, e nas suas cabeças coroas de ouro.

Estes vinte e quatro Tronos compõe a segunda planitude ministerial. Os vinte e quatro Tronos são os vinte e quatro Universos; em cada um dos quais há um sentado. Este um é o mais Ancião. A palavra Ancião quer dizer: Pessoa idosa, pessoa antiga, um experiente símbolo de respeito, um ancião, um antecessor, um Pai. Vestidos todos de roupas brancas, que simbolizam o alvo de sua purificação majestosa; nas suas cabeças tem coroas de ouro. Esta simbologia representa a sua superioridade, como sendo cada Ancião um Rei Supremo em cada Universo.

A primeira planitude ministerial pertence ao Espírito Supremo, pertence a Deus Criador. Porém, a segunda planitude ministerial pertence aos vinte e quatro Espíritos Superiores dos vinte e quatro Universos; cada um representa supremamente um Universo. Estes vinte e quatro Espíritos são, abaixo de Deus Criador, os primeiros que ganharam a sua posteridade eterna, pela sua esclarecida inteligência, e por serem os primeiros a conhecerem a Obra da Suprema Natureza Criadora.

O número 24 simboliza o Ministério completo; número total de seus dois partidos, os quais, entre ambos, reproduzem a lei evolutiva do progresso regenerador.

Entre estes vinte e quatro Espíritos Superiores, um de cada Universo, Deus Criador tem formado o seu Primeiro Ministério Espiritual, Infinito e Eterno.

Um destes Ministros Reis pertence a nosso Universo, dentro de cujo seio se acha a nossa Esfera Planetária. O nome deste Supremo Ministro Rei, representante supremo de nosso Universo chama-se Rutimberk. Os nomes dos demais Ministros Reis, representantes supremos dos demais 23 Universos, os ignoramos pelo momento. Na corrente de nossas harmonias para com Deus Criador, abaixo do representante supremamente infinito, se acha o nosso representante universal, Rutimberk.

Os 24 Ministros Reis Supremos dos vinte e quatro Universos são os 24 intermediários, entre Deus Criador e os Ministros Reis das Esferas. Cada Ministro Rei Universal intercede com Deus Criador pelas Esferas que se acham abaixo da influência de seu Universo.

E continua João no versículo 5, testificando relâmpagos, vozes e trovões. Este Trono é o Trono de Deus Criador; os relâmpagos não deixam de serem as vibrações e lampejos constantes da Vida Natural, por Deus Criador, reproduzidos e irradiados. As vozes são as suas instruções, repreensões e chamados, os quais ressoam e retomam em todo o seio do Infinito, e nos ouvidos de seus filhos infinitamente, isto é, os chamados do Altíssimo retomam nos ouvidos daqueles que se acham em condições de poder ouvir. Ainda os trovões simbolizam a força irradiosa de seu poder.

E continua João dizendo que diante do Trono há sete lâmpadas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus. Esta simbologia naturalmente de sete Espíritos Luminosos, neste plano pertence espiritualmente a sete supremas correntes infinitas e eternas, das descobertas naturalmente superiores pela inteligência humana.

A representação destas sete correntes parece ter a sua representação nos sete Supremos Mundos Terrestres de cada Esfera Planetária; sete gênios inteligentemente diferentes, porém, infinitamente naturais.

Diante do Trono, disse João, que havia um como mar de vidro, semelhante ao cristal. Este mar de vidro simboliza indubitavelmente o céu. No meio do Trono havia quatro Criaturas Viventes cheias de olhos por diante e por detrás.

Estas quatro Criaturas Viventes são quatro planitudes de vida superiormente representativas, naturalmente infinitas e eternas.

Disse João que a Primeira Criatura era semelhante a um Leão. Este leão simboliza a força criadora reproduzida, manipulada e transmitida pela inteligência humana, Deus Criador.

A Segunda Criatura semelhante a um Novilho. Este Novilho simboliza, segundo a nossa compreensão, toda a criação do Reino Animal.

A Terceira Criatura tinha um Rosto como de Homem. Esta Terceira Criatura simboliza a Espécie Humana, a inteligência do homem.

A Quarta Criatura era semelhante a uma Águia que voa. Esta Águia, segundo a nossa compreensão, simboliza a sabedoria, a ciência inteligentemente irradiando por todo o Infinito.

As Quatro Criaturas, tendo cada uma delas seis asas, são cheias de olhos ao redor e por dentro, e não tem descanso dia e noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo Poderoso, o que era, o que é, e o que há de vir.

As seis asas que tem cada Criatura Vivente são as seis planitudes redentores da eternidade, as quais têm uma vibração de vida naturalmente constante no seio do Infinito; os olhos ao redor e por dentro simbolizam a clarividência Espiritual dos supremos planos inteligentes, os quais enxergam constantemente o passado, o presente e o futuro, e não tem descanso dia e noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo Poderoso, o que era, o que é, e o que há de vir. Esta é a expressão constante dos símbolos irradiosos da eternidade.

E quando aquelas Criaturas Viventes dão glória, honra e a ação de graça ao que está sentado sobre o Trono, ao que vive pelos séculos dos séculos, que é o Espírito do Onipotente Deus, os vinte e quatro Anciões que são os vinte e quatro Espíritos Superiores dos vinte e quatro Universos, se prostram diante daquele que está sentado sobre o Primeiro Trono e adoram ao que vive pelos séculos dos séculos, e lançam as suas coroas diante do Trono, dizendo: Tu és digno, Senhor nosso e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque tu crias todas as coisas pela tua vontade de existir, e foram criadas.

A expressão aprova que o Espírito do Onipotente Deus e Pai, é o Primeiro Símbolo da Eternidade, na natureza dos seres viventes, e abaixo deste Espírito Supremo temos os vinte e quatro Tronos dos vinte e quatro Universos, sobre os quais se acham sentados os vinte e quatro Espíritos Superiores do Infinito, vinte e quatro Ministros Reis dos vinte e quatro Universos; os vinte e quatro Tronos são os vinte e quatro Universos.

Assim, pois, o Reino de Deus nosso Pai, se compõe a sua administração ministerial, em seis planitudes naturalmente simbólicas:

1ª) Deus Pai Todo Poderoso.

2ª) Os vinte e quatro Anciões.

3ª) Os Ministros Reis das Esferas Planetárias.

4ª) Os Profetas.

5ª) O Profeta encarregado de cada mundo.

6ª) A massa geral dos povos em cada mundo.

Declaração criadora na linha da representação criadora, mediante Deus Todo Poderoso, na linha de nossas harmonias:

1ª) Planitude Infinita – Deus Pai Todo Poderoso Deus.

2ª) Planitude em nosso Universo – Rutimberk.

3ª) Planitude em nossa Esfera Planetária – Jesus Cristo.

4ª) Planitude – o símbolo geral dos Profetas de cada Esfera Planetária, como o Profeta Elias.

5ª) Planitude – pertence ao símbolo mundial, representado pelo Espírito encarregado e responsabilizado por cada mundo. Em nosso mundo Humano, segundo Elias e João Batista.

6ª) Planitude – compõe a massa dos gentios, na qual se incluem as planitudes, que são os remidos, remindo e ateus.

As simbologias superiormente representativas de interno para externo são na linha de nossas harmonias:

1º) Deus,

2º) Rutimberk,

3º) Jesus Cristo,

4º) Os Profetas,

5º) Humano,

6º) Os Ministros de sua Ordem, contando só as planitudes remidamente naturais, infinitas e eternas.

POR HUMANO.

 

Apocalipse, capítulo 5, versículo 1.

 O LIVRO SELADO COM SETE SELOS. A VISÃO DO CORDEIRO.

Este é o Livro da Vida, que encerra em si as sete influências dos sete Planetas, e nenhuma têm poder para vencer as outras, para que reine a Divina Autoridade em nosso mundo.  Unicamente Jesus, que tem o seu Trono no Planeta Júpiter, tem poder.

 

Apocalipse, capítulo 5, versículos de 1 a 14.

 O LIVRO SELADO COM SETE SELOS.

A VISÃO DO CORDEIRO.

 O livro fechado representa o Livro da Vida.

Fechado para a ignorância.

Com os sete selos da incompreensão humana.

O cordeiro é Jesus.

O Leão quer dizer o mesmo Jesus, representando a força que vem de Deus e se revelou a Jesus, no Planeta Júpiter, de nossa Esfera Planetária.

Cordeiro representa a mansidão e a vontade.

Jesus tomou em sua mão o Livro da Vida, rasgou os selos da ignorância e abriu o Livro da Vida para os ignorantes de nossa Esfera Planetária, único capaz de abri-lo na Esfera.

Deus Pai, os Vinte e Quatro Anciãos e as Quatro Criaturas Viventes cantam hinos de louvor a Jesus, por ter se tornado digno de pegar o Livro e rasgar seus selos, e Deus o abençoou uma vez para sempre.

Os sete selos são sete Espíritos; cada Espírito representa uma planitude de sabedoria no Livro da Vida, ou uma corrente infinita.

DEVERES FRATERNAIS:

A harmonia da família.

O valor da espécie.

Um lar feliz.

Um lar infeliz.

A vida é uma luta contínua: ou vencemos ou somos vencidos.

 

Apocalipse, capítulo 5, versículos 1 a 14.

O LIVRO SELADO COM SETE SELOS. A VISÃO DO CORDEIRO

Disse João: E vi na destra daquele que estava sentado sobre o trono um Livro escrito por dentro e por fora, fechado e selado com sete selos.

Os sete selos são sete mensagens.

Vi também um Anjo forte proclamando com uma grande voz dizendo: Quem é digno de abrir o Livro e de romper os seus selos?

O Livro que viu o vidente João é o Livro do futuro, é a Mensagem da Nova Vida, que fechado para todos, só podia ser aberto pelo Cordeiro, Jesus, o Cristo, que venceu para romper os sete selos.

Como está escrito: E ninguém podia, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, abrir o Livro, nem olhar para ele.

Disse João: Então eu chorava muito de tristeza, porque ninguém foi achado digno de abrir o Livro, nem de olhar para ele.

E um dos Anciãos disse a João: Não chores, eis aqui o Leão que é da tribo de Judá, a raiz de David, venceu para abrir o Livro e para romper os sete selos.

O Ancião que falou a João que não chorasse, porque o Leão tinha vencido e tinha poder para abrir o Livro e romper seus selos, foi o Senhor Rutimberk, o representante de nosso Universo, um dos Ministros do Primeiro Conselho de Deus, nosso Pai.

O Leão representa a força de Deus Onipotente, que há em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Disse mais João: E vi no meio do Trono e das Quatro Criaturas Viventes, e no meio dos Anciãos, um Cordeiro em pé, como se tivesse sido morto, tendo sete chifres e sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus Pai, enviados por toda a terra.

O cordeiro é Jesus. Os sete chifres são sete Mensageiros enviados por Deus, nosso Pai, por todo o mundo, para cada um deles cumprir uma determinada missão.

Ele (Jesus) veio e tomou o Livro da mão direita daquele que estava sentado sobre o Trono: sim da mão de Deus.

E havendo Ele tomado o Livro, as Quatro Criaturas Viventes e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro Jesus, tendo cada um deles uma harpa, e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos, que vivem segundo a vontade de Deus.

E cantaram um novo cântico, louvando a Jesus, dizendo: Digno és de receber o Livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e compraste para Deus, com o teu sangue, homens de toda a tribo, língua, povo e nação.

E fizeste para nosso Deus, reino e sacerdotes em nosso mundo, e reinarão sobre a terra todos os que obedecem e respeitam a minha palavra por teu intermédio, eternamente.

Disse mais o vidente João no desenrolar de sua contemplação espiritual: E olhei, e ouvi a voz de muitos Anjos ao redor do Trono e das Criaturas Viventes e dos Anciãos; o número deles era milhões de milhões e milhares de milhares, isto é: todas as criaturas do Reino de Deus, infinitamente.

Clamado e dizendo em voz alta: Digno é o Cordeiro Jesus, que foi morto e tornou a viver para sempre, de receber o poder, a riqueza do Reino de Deus, a força, a honra, a gloria e a bênção de Deus, nosso Eterno Pai.

E ouvi, disse João: Toda a criatura que há no céu e sobre a terra e debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles há, dizendo:

Aquele que está sentado sobre o Trono à mão direita de Deus, nosso Eterno Pai é Jesus, seja dada para ele a bênção, a honra, a glória e o domínio pelos séculos dos séculos, da eternidade.

E as Quatro Criaturas Viventes diziam: Amém. E os Anciãos prostraram-se e adoraram a Jesus.

Ver também: Ezequiel, 2:9 e 10. Isaias, 11:1 e 10; 29:11; 53:7. Daniel, 7:10; 12:4. Filipenses, 2:10. Gênesis, 49:9 e 10. Romanos, 11:36; 15:12. Hebreus, 7:14; 9:12; 12:22. Apocalipse, 1:6; 4:2,5,9 a 11; 6:1; 7:9; 8:3 e 4; 11:9; 13:7; 14:2 a 4 e 6; 15:2 e 3; 19:4; 20:6; 22:5. Zacarias, 3:9; 4:10. João, 1:29 e 36. I Pedro, 1:18 e 19; 2:5 e 9; 4:11; 5:11. Salmos, 40:3; 68:17; 141:2. (8) Atos, 20:28. I Coríntios, 6:20; 7:23. Efésios, 1:7. Êxodo, 19:6. I Crônicas, 16:36; 29:11. I Timóteo, 6:16.

 

Apocalipse, capítulo 6, versículos 1 e 2.

O PRIMEIRO SELO

No capítulo 6, versículos 1 e 2, vamos ler, estudar e contemplar um acontecimento maravilhoso, de alegria e de tristeza, de vida e de morte, porque no acontecimento fenomenal da abertura deste Livro, contemplamos a fita panorâmica de duas eras, uma que principia e uma que finda.

É agradável e satisfatório o princípio da Nova Vida, mas muito desagradável e triste o fim da era que finda, porque precisa de muita compreensão, muita coragem e força de vontade para não desfalecer antes de sair das sombras do passado que finda, que se destrói para sempre.

O acontecimento do princípio e do fim, na abertura deste Livro, é representado por intermédio de quatro cavalos e quatro cavaleiros, e cada um apresenta um acontecimento acerca do princípio e do fim.

Não adianta nada aos homens querer seguir o passado que finda para sempre, porque de agora para frente não existe mais vontade dos homens, segundo o eu inferior, mas, sim, a vontade de Deus, pois a polia do progresso marcha sempre para frente e ninguém pode retê-la, pois, Deus não se eleva de respeitos humanos.

A seguir vamos completar a abertura do primeiro selo.

Disse João: E vi quando o Senhor Jesus abriu um dos sete selos, e ouvi uma das Quatro Criaturas Viventes dizendo, como em voz de trovão: Vem.

Olhei, e eis um cavalo branco, e o que estava montado sobre ele tinha um arco, e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo, e para vencer.

Este primeiro cavaleiro é o Precursor de Jesus, com a Mensagem da Nova Vida, por intermédio do qual Jesus saiu vencendo e para vencer, eternamente. O Precursor recebeu uma coroa, porque ele foi eleito por Jesus, e empossado na Nova Vida, como único governador responsável pelos seus irmãos deste mundo, abaixo de Jesus, o Salvador.

Um arco representa um limite, uma coroa representa uma autoridade com poderes e responsabilidades.

Portanto, que, cheios de júbilo podemos dizer que a abertura do primeiro selo é uma data grandiosa, portando a maior felicidade conhecida entre o gênero humano, porque é o Renascimento de Cristo e do Cristianismo, em sua maior pureza, beleza e grandeza, que ressurge agora no coração humano, para salvação eterna dos Filhos de Deus deste mundo.

O cavaleiro montado no cavalo branco, simboliza e representa a luta heroica que enfrentará o Precursor de Jesus contra o espírito do mal, para estabelecer a harmonia e a paz eterna aos Filhos de Deus neste mundo, em cuja luta, como sempre, Jesus saiu vencendo e para vencer eternamente, mediante seu Precursor, na Nova Vida, ou Vida Eterna.

A abertura deste primeiro selo é a Segunda Mensagem da Terceira Revelação.

Ver também: Apocalipse, 5:5 a 7; 4:7; 14:14; 19:11. Zacarias, 6:3 e 11.

 

O PRIMEIRO SELO

Apocalipse, capítulo 6, versículos 1 e 2.

E vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi uma das quatro criaturas viventes, dizendo como em voz de trovão: Vem, Olhei e eis um cavalo branco e o que estava montado sobre ele tinha um arco: e foi-lhe dada uma coroa e ele saiu vencendo e para vencer.

Apocalipse, capítulo 6, versículos 1 e 2.

A abertura do primeiro selo representa uma data grandiosa do Cristianismo. É o aparecimento do Espiritismo. São João, capítulo 14, versículo 15; capítulo 1, versículos 17 e 26; capítulo 15; versículos 26 e 27; capítulo 16, versículos 12, 13 e 14, codificado judiciosamente por ALLAN KARDEC em suas Obras Fundamentais: Livro dos Espíritos, Livro dos Médiuns, Céu e Inferno, Evangelho, A Genesis e Obras Póstumas.

O CAVALEIRO que trazia um arco e quem foi dada uma coroa e saiu vencendo e para vencer, não pode ser outro personagem. É inegável que Allan Kardec saiu vencendo pois as edições e reedições de suas obras, traduzidas em todas as línguas e espalhadas por todo o mundo, são provas concludentes da sua vitória. Os milhões de espíritas que em toda a parte procuram apresentar ao mundo o CRISTIANISMO renascido, puro e belo, e o progresso verdadeiro maravilhoso que assinala as ideias espirituais, o testam.

Não há com efeito, na história, exemplo de outra doutrina que em curto prazo contasse tantos adeptos e se impusesse à sabedoria dos sábios, como esta que constitui o maior acontecimento do século XIX.

Entretanto, Allan Kardec NÃO CONCLUÍDO a sua tarefa voltará para completar a sua obra e, portanto, PARA VENCER na SEGUNDA MENSAGEM DA TERCEIRA REVELAÇÃO.

HUMANO

Apocalipse, capítulo 6, versículos 3 e 4.

 O SEGUNDO SELO.

As nações, assim como as sociedades e os indivíduos, têm a sua liberdade de ação, onde resulta o mérito e demérito de cada qual.

Grande é a liberdade individual, maior é a das sociedades e ainda mais ampla é a das nações, e todos nós, para o futuro, só colheremos os frutos das sementes que plantarmos: bons, quando estas sementes são boas, e maus, quando forem más.

Não existe nos arquivos celestiais livros que registram, antecipadamente, os destinos dos indivíduos, das sociedades, das nações, mas, sim, Livros em branco, onde se vão escrevendo os feitos dos indivíduos e da coletividade, porque existe a liberdade individual e coletiva.

Mas, assim como nós podemos prever, na árvore que hoje nasce, o tempo da frutificação, a qualidade dos frutos, os Espíritos de real grandeza, para quem o tempo e o espaço não são medidos pelo metro e pelo pêndulo, remonta larga extensão do passado e seus olhares perscrutadores se estendem a uma parcela considerável do futuro, que os olhares humanos não podem abranger.

No caso de que tratamos, do Apocalipse, em que são abertos os selos do grandioso Livro do futuro, nós já vimos que, apesar de tantos eleitos haver nas Regiões da Luz, só Um conseguiu reunir todos os atributos dos sete Espíritos, para poder chegar ao ponto culminante da história do mundo, que marcará o Reinado de Deus na terra.

Em cada Espírito se assinala o Dom da Previsão; uns tem-no em pequena escala, outros em maior, de acordo sempre com a sua elevação moral e capacidade científica, mas para ver o que se acha descrito no Apocalipse e foi transmitido ao médium extático, desterrado em Patmos, eram precisos sete olhos, que só aquele que venceu todos os obstáculos possuía, para romper os sete selos. Apocalipse, capítulo 5, versículos 2 a 6.

Estas considerações deviam preceder a abertura do segundo selo, para que não se atribua a nós a crença num Deus vingativo, que tem às suas ordens, Espíritos do mal, a quem manda produzir a morte, a peste e a fome. Cremos que existem instrumentos que no uso de sua liberdade, podem produzir o mal, assim como há missionários para o bem. Cada um responderá pelos seus feitos.

O mesmo Apocalipse, na parte em que se refere ao Juízo, diz: cada um foi julgado segundo suas obras. Capítulo 20, versículo 13.

Vamos agora à interpretação do exposto no segundo selo:

Saiu outro cavalo vermelho, e ao que estava montado nele foi-lhe dado que tirasse da terra a paz, e para que os homens se matassem uns aos outros, e foi-lhe entregue uma grande espada.

 Apocalipse, capítulo 6, versículos 3 e 4.

O SEGUNDO SELO

Quando Jesus abriu o segundo selo, João ouviu a segunda criatura vivente dizendo: Vem.

E saiu outro cavalo, vermelho, e ao que estava montado sobre ele, foi-lhe dado que tirasse da terra a paz, e para que os homens se matassem uns aos outros, foi-lhe entregue uma grande espada.

Na abertura do primeiro selo, nos representa uma data grandiosa para todos os filhos de Deus deste mundo.

Quando Jesus abriu o primeiro selo, uma das criaturas viventes disse como em voz de trovão: Vem.

Disse João: Olhei, e eis um cavalo branco, e o que estava montado sobre ele tinha um arco, e foi lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo, e para vencer.

Este cavaleiro e este cavalo branco representa, como já dissemos anteriormente, a ressurreição do CRISTIANISMO, em toda sua pureza, a última luta pela paz eterna para todos os Filhos de Deus que se acham neste mundo.

Mas, quanto maior conquista, precisa dispor de maior sacrifício; esta paz eterna, não poderia ser conquistada sem sacrifício próprio dos Filhos de Deus, uma vez que perderam a oportunidade do sacrifício do Salvador, em resgate de todas as criaturas deste mundo, pois, sem derramamento de sangue não há salvação, e para cumprimento da palavra de Deus, pela desobediência de seus filhos, aí vem a abertura do segundo selo.

INTERPRETAÇÃO DO SEGUNDO SELO

Quando Jesus abriu o segundo selo, João ouviu a segunda criatura vivente dizendo: Vem.

E saiu outro cavalo, este cavalo era vermelho, e ao que estava sobre ele, foi-lhe dado que tirasse da terra a paz, e para que os homens se matassem uns aos outros, e foi-lhe entregue uma grande espada.

Este cavaleiro montado sobre um cavalo vermelho representa guerra, derramamento de sangue.

Jesus vem trazer a paz para a humanidade, e a salvação dos Filhos de Deus.

O inimigo de Deus e da humanidade vem tirar a paz de entre os Filhos de Deus, para que os homens se matassem uns aos outros.

Portanto, pela dureza do coração humano envenenado pela serpente, estamos no momento que se desencadeará uma terceira guerra mundial. Esta será a última, mas deixará lembrança na história da humanidade para sempre.

Não é de vontade de Deus, nosso Pai, ver sofrer seus filhos, mas como os homens revogam todo esclarecimento de vida, e só aceitam a razão e o direito segundo a sua verdade, depois do triste desengano, por esta causa é preciso passar por este horroroso sacrifício da guerra e da destruição, não só das vidas humanas, como também das coisas de vida criadas e construídas pelo próprio homem.

Deus, mediante seu Filho Jesus Cristo nos dá a divina compreensão, amor e puros sentimentos, para que compreendamos, que nosso próximo somos nós mesmos, e todos os crimes de qualquer natureza que cometemos contra nosso próximo, contra nós mesmos os estamos cometendo, porque somos todos Filhos de Deus, escravizados e confundidos pelo mal por todos nós criado.

Ver também: Apocalipse, 4:7. Zacarias, 6:2.

 

Apocalipse, capítulo 6, versículos 5 e 6.

 O TERCEIRO SELO.

Quanto Jesus abriu o terceiro selo, ouviu João a Terceira Criatura Vivente, dizendo: Vem.

Olhei, e eis um cavalo preto, e o que estava montado sobre ele tinha uma balança na mão.

E ouvi uma como voz no meio das Quatro Criaturas Viventes, dizendo: Uma medida de trigo por um denário e três medidas de cevada por um denário, mas não faças dano ao azeite nem ao vinho.

 Na abertura do segundo selo Jesus nos revela o resultado da desarmonia humana (a guerra), derramamento de sangue e destruição. Este é um terrível golpe armado pelo homem contra o próprio homem, e contra toda a humanidade, que leva a um triste fracasso a vida humana, mas não é só isto, a abertura do terceiro selo nos revela um trecho de profecia que revela outro fenômeno do fim dos tempos, sim: dos dias atuais.

Quando Jesus abriu o terceiro selo, João ouviu a Terceira Criatura Vivente, dizendo: Vem.

Olhei, e eis que apareceu um cavalo preto, e o que estava montado sobre ele tinha uma balança na mão.

O cavalo preto representa uma grande fome. Pois, nada há mais triste e mais sombrio para o ser humano que a fome. Quando chega a fome, aparece o desespero, o desânimo, as energias vitais diminuem por falta de força física, os olhos perdem a luz, e o faminto na sua fraqueza orgânica, enxerga tudo sombrio e escuro.

São três fatores que levam a humanidade à fome.

O primeiro: O interesse próprio e o amor próprio.

O segundo fator é a guerra; os homens ao invés de cuidar das necessidades das criaturas humanas que passam pela anemia da pobreza, focalizam suas atenções e seus maiores esforços para aumentar soldados e armas de rápido efeito, para destruir a humanidade.

O terceiro fator é a carestia, um comercialismo desenfreado, um desejo de ganhar dinheiro insaciável.

Tudo tem que passar pela balança, e vendido a preços elevados, grama por grama, a bondade vai sumindo, o interesse aumentando e o sentimento vai diminuindo. Os fortes vão para diante e os anêmicos, pobres deserdados da sorte vão ficando para traz, mergulhados dentro do quadro triste e sombrio da fome.

O mundo produz o tanto que consome; a fome é o efeito de irregularidades e de violações dos direitos humanos.

Uma vez harmonizada a humanidade segundo a vontade de Deus, que há em Cristo Jesus, há vida e felicidade para todos.

Ver também: Apocalipse, 4:7. Zacarias, 6:2.

 

Apocalipse, capítulo 6, versículos 7 e 8.

O QUARTO SELO

Quando Jesus abriu o quarto selo, ouviu João a voz da Quarta Criatura Vivente, dizendo: Vem.

Olhei e eis que apareceu um cavalo amarelo, e o que estava montado sobre ele chamava-se a Morte, e o Hades seguia com ele, e foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, com a fome, com a peste e pelas feras da terra.

 Os terríveis acontecimentos por que tem que passar, ou está passando a humanidade: guerra, fome, carestia e destruição, segundo a revelação do segundo e terceiro selo, não é ainda suficiente para desenganar aos homens de seu errar constante, agindo sempre contra a vontade de Deus. No decorrer destes acontecimentos fenomenais, o desengano ainda não é geral, mas aí vem a ruptura do quarto selo, que nos revela mais um trecho de profecia acerca da despedida do passado, que coloca todas as criaturas deste mundo, dentro de um oceano de sofrimentos de toda natureza.

Quando Jesus abriu o quarto selo, ouviu João a voz da Quarta Criatura Vivente, dizendo: Vem.

Olhei, e eis que apareceu um cavalo amarelo, e o que estava montado sobre ele chamava-se a morte, e o Hades seguia com ele, e foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, com a fome, com a peste e pelas feras da terra.

A abertura deste selo revela uma profecia de acontecimentos mistos, guerra, fome, peste e destruição.

O cavalo amarelo representa morte, medo e desengano, o extermínio aumenta, a morte vem de encontro com toda humanidade deste mundo; morrem as criaturas, morre a ilusão e até a esperança de viver, o terror da morte invade todos os corações; a morte não reconhece parentes, nem amigos, nem senhores.

O cavaleiro é a morte que vem de encontro com a humanidade, a cor amarela representa, como já dissemos anteriormente, terror, medo e morte.

De acordo com os acontecimentos que nos revela esta profecia, a quarta parte da terra fica submetida a um sistema de extermínio, atingindo todas as criaturas, mais ou menos, os seus respectivos efeitos.

Na realização desta profecia tomarão parte:

A guerra, a fome, a peste e pela destruição realizada pelos homens transformados em feras destruidoras.

Pela leitura e interpretação destes três selos, vemos e contemplamos o tanto que nós, as criaturas humanas têm afastado de nosso centro Espiritual e o tanto de trabalho que estamos dando a Deus, nosso Pai, na pessoa do Senhor Jesus, para conquistar e salvar seus filhos do pecado, da destruição e da morte.

Senhor Deus e Pai, aumente a compreensão, o amor e o sentimento dos vossos filhos, para que diminua o ódio e o extermínio, e aumente o amor e a fraternidade.

Ver também: Apocalipse, 4:7. Zacarias, 6:3. Ezequiel, 5:12 e 17; 14:21; Levítico, 26:22 e 25.

  Apocalipse, capítulo 6, versículos 9, 10 e 11.

O QUINTO SELO

Quando Jesus abriu o quinto selo, disse João: vi debaixo do altar as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus, e por causa do testemunho que mantinham.

E clamaram com uma grande voz: Até quando, Senhor, santo e verdadeiro, deixas de julgar os que habitam sobre a terra e deles vingar o nosso sangue?

E a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos, que deviam ser mortos como eles e foram.

 A profecia do quarto selo nos anuncia um abalo geral de toda humanidade deste mundo. A guerra, a fome, a peste e a destruição, são os fenômenos que levam o terror da morte de encontro com todas as criaturas, e abatem os ânimos de todos os Filhos de Deus, que ainda aspiram pensamentos negativos.

Todavia, porém, nem mesmo que o abalo é geral, a decisão não é definitiva, Jesus tem que ampliar mais um prazo, até esta decisão definitiva dos Filhos de Deus, na hora presente do Juízo Final, porque os que se salvaram anteriormente e os que se salvaram até o fim do juízo, são os continuadores da Nova Vida e do novo mundo, mas as criaturas que conseguiram sua salvação anteriormente, à custa de duros sacrifícios, cansados de esperar a realização da Nova Vida, e de ver seus irmãos, pedem a Jesus que abrevie aqueles dias, e Jesus manda esperar mais um pouco.

Para melhor compreensão das determinações dos planos superiores, vamos estudar a profecia que nos apresenta a abertura do quinto selo.

O QUINTO SELO

Quando Jesus abriu o quinto selo, disse João que viu debaixo do altar as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus, e por causa do testemunho que mantinham.

O altar é o lugar consagrado pelo Senhor, aonde se vai reconciliando os que vão sendo salvos do domínio do Espírito do mal, cujas almas cansadas de esperar a realização da Nova Vida, e tristes de ver lutas e provocações porque estão passando os seus irmãos, pedem a Jesus em voz alta: Até quando Senhor, Jesus, santo e verdadeiro, deixas de julgar os que habitam sobre a terra, segundo a carne, e deles vingar o nosso sangue?

Jesus deu a cada um deles uma vestidura branca, símbolo de pureza e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos, que deveriam ser mortos, como eles foram.

Jesus não fala a mortos, ele está falando aos salvos, aos que vivem eternamente, que tenham um pouco de paciência até o último decisivo de seus irmãos em julgamento, e o fim do Juízo, até que também se completasse o número de seus irmãos, que deviam ser mortos como eles foram.

A morte que se refere esta profecia, não é a desencarnação ou cessação dos movimentos do corpo orgânico, mas, sim, a morte do pecado, para ressurgir com Cristo Jesus para a Vida Eterna, dos verdadeiros cristãos.

Porém, as potestades do mundo segundo a vida material vêm sendo abaladas relativamente, até a completa destruição de sua soberania, saindo Cristo e os verdadeiros Cristãos vitoriosos em todos seus empreendimentos, em bem do próximo.

Ver também: II Timóteo, 1:8. Apocalipse, 3:4, 5 e 7; 7:9 e 14; 8:3; 9:13; 11:18; 12:17; 14:13 e 18; 16:7; 19:2; 20:4. Zacarias, 1:12. Hebreus, 11:40.

Apocalipse, capítulo 6, versículos 12 a 17.

O SEXTO SELO

Disse João: E vi quando Jesus abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto, e o sol tornou-se negro como um saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue.

E as estrelas do céu caíram sobre a terra como a figueira, agitada de grande vento, deixa cair os seus figos verdes.

E o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola, e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.

Os reis da terra, os príncipes, os chefes militares, os ricos e os poderosos, e todo o escravo, e todo o livre se esconderam nas cavernas e entre os penhascos dos montes.

E diziam aos montes e aos rochedos: Cai sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado sobre o Trono e da ira do Cordeiro.

Porque é chegado o grande dia da ira deles, e quem pode subsistir?

 Nesta profecia nos apresenta Jesus o fim do domínio do eu inferior, segundo a vida material. As potestades do mundo cairão por terra, de toda sua soberania, ficando soberana e eternamente a vontade de Deus, que há em Cristo Jesus, nosso Senhor.

O terremoto grande e potente é o impulso irresistível do poder de Deus, que vem no fim dos tempos para remover e destruir todos os alicerces das obras construídas pelos homens sobre a areia movediça.

Quando forem removidos os alicerces e as obras para vós construídas, cairão por terra o valor do ouro que era o Sol resplandecente dos poderosos, e tornou-se negro como um saco de cilício, e a prata, sua pureza transformada em sangue, representa o derramamento de sangue na luta da conquista dos bens terrestres, cuja luta custou trabalho, lágrimas, sangue e vidas em grande quantidade.

Logo que o poder de Deus renovar e jogar por terra as obras subnaturais, fundadas pelos sábios e pelos poderosos do mundo, nas quais depositava a sua maior confiança, o ouro perderá seu brilho, deixando horríveis consequências. Os poderosos do mundo que eram colocados como estrelas no firmamento do céu cairão sobre a terra, obrigatoriamente sacudidos pelo sopro do Poder Supremo, como a figueira, agitada de um grande vento, deixa cair os seus figos verdes, antes de sua maduração.

As correntes que radiativamente alimentam o movimento da vida subnatural, organizada pela inferioridade humana, depois de abolidos seus alicerces pela força do Poder Supremo, e derrubado todo este grande movimento com o sopro irresistível deste grande poder, quebram-se as correntes vibratórias que alimentam a vida do velho mundo, e essas correntes se recolherão a outros mundos, como um pergaminho quando se enrola, e todos os montes e ilhas serão removidas dos seus lugares.

Isto quer dizer: que todos os grandes e os representantes entre as massas humanas, foram removidos dos seus lugares pela força e o poder de Deus Todo Poderoso, que há em Cristo

Jesus, nosso Mestre é Salvador Eterno.

Os reis da terra, os príncipes, os chefes militares, os ricos e os poderosos, e todo o escravo, e todo o livre se esconderão nas cavernas e entre os penhascos dos montes.

E cheios de medo e de terror de contemplar o grande poder de Deus, dizem aos montes e aos rochedos: Caia sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado sobre o Trono, e da ira do Cordeiro.

Isto é: Montes e rochedos, cai sobre nós e escondei-nos da face de Deus Todo Poderoso, e da ira de Jesus Cristo.

Porque é chegado o grande dia da ira deles e do Juízo Final, e quem pode subsistir?

Pois bem; nós, os homens, precisamos compreender que contra Deus, em Jesus Cristo, não há resistência, nem competitividade. Se nós, os homens e a humanidade, geralmente, combatermos contra o poder de Deus e contrariarmos as suas vontades, é de teimosos, porque nunca os homens, nem escravos, nem livres, nem justos ou injustos, podem sair triunfantes sobre o poder de Deus, em parte alguma do Infinito. Pois, Deus triunfa sobre todos seus filhos, e sobre ele não triunfa ninguém, e, triste e desventurada seria a criatura humana, se o homem triunfasse sobre seu Deus, porque ficaríamos entregues à morte, todos os séculos da eternidade.

Que felizes seríamos os homens, se reconhecêssemos que estamos completamente errados quando contrariamos a vontade de Deus, agindo segundo as nossas vontades interesseiras, caprichosas e materializadas, porque bem caro vai custar ao homem e a toda humanidade este erro mortal.

Que felizes seriam os homens, se iluminados pela luz de Jesus Cristo, preparados pelo entendimento e o conhecimento da verdade divina e eterna, precisássemos sem nos sacrificar em lugar de vidas humanas, os interesses materiais, os caprichos, os ódios, as vaidades, as ilusões, pondo o Amor Universal e o sentimento acima de todas estas coisas.

Isto diz o Senhor Jesus, a todos os Cristãos e mesmo aos ateus. Será que tem ouvidos para ouvir e consciência para sentir?

Ver também: Joel, 1:15; 2:10,11; e 31; 3:15. Mateus, 24:29. Atos, 2:20. Apocalipse, 8:10; 9:1 e 6; 11:13; 16:14,18 e 20. Isaias, 2:10, 19 e 21; 13:6; 34:4; 54:10. Jeremias, 4:24; 30:7. Hebreus, 1:12. Oséias, 10:8. Lucas, 23:30. Sofonias, 1:14. Salmos, 76:7.

 

Apocalipse, capítulo 6, versículos 1-2; I Coríntios, capítulo 14, versículo 50.

SEREMOS MUDADOS

 UM MENSAGEIRO COM AUTORIDADE CHEGA AO MUNDO.

Jesus chama seus seguidores. Apocalipse, capítulo 18, versículos 4-5-6, e continua anunciando a queda do materialismo.

ANÚNCIO DE UMA MUDANÇA DA VIDA HUMANA.

Esta mudança será repentina ao som ou ao toque da sétima trombeta.

A sétima trombeta.

Apocalipse, capítulo 7.

Os israelitas fiéis são salvos dos perigos iminentes. Versículo 1.

Todos os que fielmente confiam em Deus são israelitas; seu número é de 144.000 (cento e quarenta e quatro mil).

 Os mártires na glória. Versículo 9.

Os mártires proclamam o juízo, mas esperam pelas outras criaturas que terão de morrer ao pecado; Deus espera.

Apocalipse, capítulo 8.

O sétimo selo. Os sete Anjos com as sete trombetas. Versículo 1.

São livres as sete influências para apresentarem, cada uma o seu efeito.

O incenso com as orações dos Santos. Versículo 3.

A João, nos últimos dias, foi lhe dado muito poder e juntou à influência todos os Filhos do Reino.

Estas sete trombetas são as vozes e os efeitos dos Sete Planetas; cada um influenciará e apresentará o seu efeito. A sétima trombeta tocará o Planeta Júpiter, onde está a Federação Espiritual Cristã.

 Apocalipse, capítulo 7, versículos 1 a 4.

OS ISRAELITAS FIÉIS SÃO SALVOS DE PERIGOS IMINENTES.

Disse João: Depois disto vi quatro anjos, estando em pé aos quatro cantos da terra, segurando os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre ela, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma.

Disse mais João: E vi outro anjo levantar-se da parte do nascimento do Sol, tendo o selo do Deus Vivo, e clamou com uma grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado que fizessem dano a terra e ao mar, dizendo: Não façais dano a terra, nem ao mar, nem às árvores, antes de termos selado os servos de nosso Deus, nas suas testas.

E acrescenta João: E ouvi o número dos que foram com selo, assinalados, um total de cento e quarenta e quatro mil, assinalados de todas as tribos dos filhos de Israel.

Os quatro Anjos em pé nos quatro cantos da terra são quatro Espíritos que Jesus tem colocado sobre a face do planeta, para, por intermédio deles equilibrar o grande movimento do princípio e do fim. Sim, da iminente transformação humana.

Os quatro ventos são quatro potências que Deus assegura sua ofensiva, até que sejam os fiéis filhos de promessa, descendentes de Israel, que compõe um total de cento e quarenta e quatro mil, selados de todas as tribos por eles construídas.

No Velho Testamento, Deus, nosso Pai, constituiu e organizou o seu primeiro governo, por intermédio dos doze patriarcas de Israel.

Os Filhos de Israel formaram 12 (doze) tribos, cada um, uma tribo; todas elas pertencentes à Velha Jerusalém, em cuja parte do mundo nasceu o Salvador, e se acham localizados como fundamentos de origem naturalmente divina, os filhos da promessa.

Portanto, sendo que a humanidade está submetida a passar pela moenda de duras provações, Deus enviou um Espírito de Luz a avisar e segurar as forças destruidoras, até marcar os filhos de Israel nas suas testas.

De forma que, segundo nos esclarece o Senhor Jesus neste trecho de profecia, a Velha Jerusalém entrega à Nova Jerusalém, cento e quarenta e quatro almas procedentes da família da promessa.

Este primeiro governo ou ministério de Deus Pai foi formado sobre a terra e testemunhado no Velho Testamento; é representado no Novo Testamento por intermédio dos doze Apóstolos de Jesus.

Ver também: Jeremias, 49:36. Daniel, 7:2. Zacarias, 6:5. Ezequiel, 9:4. Apocalipse, 6:6; 9:4 e 16; 14:1; 22:4.

Apocalipse, capítulo 7, versículos 9 a 17.

OS MÁRTIRES DA GLÓRIA.

Disse João, o testemunho ocular deste grande movimento: Depois destas coisas olhei, e eis que vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações e de todas as tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do Trono e diante do Cordeiro, cobertos de vestiduras brancas com palmas nas mãos.

E clamavam com uma grande voz: Agradecemos a salvação, a nosso Deus que está sentado sobre o Trono, e ao Cordeiro.

E todos os Anjos estavam em pé ao redor do Trono e dos Anciãos e das Quatro Criaturas Viventes, e prostraram-se diante do Trono e adoraram a Deus.

Dizendo: Amém. A benção, a gloria, a sabedoria, as ações de graça, a honra, o poder e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos, amém.

E um dos Anciãos me perguntou: Estes que trajam vestiduras brancas, quem são eles, e de onde vieram? Disse João, que respondeu a quem lhe perguntava, dizendo: Meu Senhor, tu o sabes. Disse-me ele: Estes são os que vêm da grande tribulação e lavaram as suas vestiduras e as embranqueceram no sangue do Cordeiro.

Por isso estão diante do Trono de Deus e o adoram dia e noite, no seu santuário, e o que está sentado sobre o Trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles.

Eles não terão fome, nem sede, nunca, jamais, nem cairão sobre eles o Sol, nem calor algum, porque o Cordeiro que está no meio do Trono os pastoreará e os conduzirá às Fontes da Água da Vida, e Deus enxugará todas as lágrimas dos olhos deles.

 Na mensagem anterior Jesus nos declara que cento e quarenta e quatro mil é o número dos Filhos da promessa, Israelitas fiéis, que pelos seus sacrifícios e obediência a Deus Pai, na pessoa de seu filho Jesus Cristo, Nosso Senhor, ganharam o Reino de Deus, os quais serão incorporados com todos os mártires que conseguiram salvação humildemente, à custa de sacrifícios, de todos os recantos da terra, tal como nos esclarece Jesus a seguir.

Disse João, o testemunho ocular deste grande movimento do princípio e do fim: Depois destas coisas olhei, e eis que vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações e de todas as tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do Trono de Deus, e diante do Cordeiro Jesus Cristo, cobertos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos, cheios de alegria, todos os salvos de todo o mundo juntamente se regozijavam.

E clamavam jubilosamente dizendo: Agradecemos a salvação a nosso Deus e Pai, que está sentado sobre o Trono e a Jesus Cristo, nosso Senhor.

Todos os Anjos, os Anciãos e as Quatro Criaturas Viventes estavam ao redor do Trono e prostrando-se de joelhos na presença do Todo Poderoso, adoraram a Deus Pai.

Dizendo: Amém. A benção, a glória e a sabedoria, as ações de graças, a honra, o poder e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém.

E um dos Anciãos para experimentar a João acerca de sua prudência e respeito, perguntou-lhe: Estes que trajam vestiduras brancas, quem são eles, e donde vieram?

Respondeu-lhe João: Meu Senhor, tu o sabes. Disse o Ancião a João: Estes são os que vêm da grande tribulação e lavaram as suas vestiduras e as embranqueceram no sangue de Jesus Cristo.

Por isso estão diante do Trono de Deus Pai, e o adoram dia e noite no seu santuário, e o que está sentado sobre o Trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles, sim, sobre todos os que escaparam da grande tribulação, viverão eternamente no Reino de Deus.

Eles não terão fome nunca mais, nem sede de justiça, nem cairá sobre eles o domínio do ouro, nem o calor das suas consequências interesseiras.

Porque Jesus Cristo, que está à mão direita de Deus Todo Poderoso, os pastoreará e os conduzirá às fontes da Água da Vida, e Deus Pai enxugará toda a lágrima dos olhos deles.

Para completar o número dos que desejam a salvação, Jesus continua chamando seus seguidores e alertando o mundo para este acontecimento, da transformação do mundo e da regeneração humana, por intermédio de Sete Anjos que vão tocar sete trombetas, relativamente.

Ver também: Romanos, 11:25. Apocalipse, 3:5 e 18; 4:4 e 6; 5:9,12 a 14; 6:9 e 11; 17:6; 19:1; 21:3 e 4, 22:14. Salmos; 3:8; 23:1; 36:8; 121:6. Isaias, 1:18; 4:5 e 6; 25:8; 49:10. Zacarias, 3:3 a 5. Hebreus, 9:14. I João, 1:7. Levítico, 26:11. Ezequiel, 37:27. João, 10:11 e 14.

  

Apocalipse, capítulo 8, versículos 1 a 6.

Os mártires proclamam o juízo, mas esperam pelas outras criaturas que terão de morrer ao pecado; Deus espera.

O SÉTIMO SELO. OS SETE ANJOS COM AS SETE TROMBETAS.

Quando ele abriu o sétimo selo, houve um silêncio no céu quase por meia hora.

Disse João: E vi os Setes Anjos que estão em pé diante de Deus, e lhes foram dadas setes trombetas.

E veio outro Anjo e parou diante do Altar Espiritual, tendo um turíbulo de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para ajudá-lo nas orações de todos os santos, sobre o altar de ouro, que estava diante do Trono.

E subiu o fumo do incenso para juntá-lo às orações de todos os santos sobre o altar de luz, que estava diante do Trono de Deus, nosso Eterno Pai.

E subiu o fumo do incenso com as orações dos santos, da mão do Anjo, diante de Deus.

E o Anjo tomou o turíbulo, e o encheu do fogo do altar e o lançou sobre a terra, e houve trovões, vozes, relâmpagos e terremotos.

João disse, que quando Jesus abriu o sétimo selo, houve um silêncio no céu das aparências humanas, quase por meia hora; este silêncio é um ato expressivamente de ordem superior, para pôr em andamento novas determinações, na conquista dos Filhos de Deus.

João contemplando os planos superiores da divindade, viu os Setes Anjos que estão em pé diante de Deus, e lhes foram dadas setes trombetas, para fazê-las soar cada um em seu tempo.

João viu que veio outro Anjo e parou diante do altar, lugar reservado para os que se vão salvando, tendo o Anjo um turíbulo resplandecente como ouro, e Deus lhe deu muita virtude e poder para confortar e unir a todos os que pedem a salvação, a Deus Pai, mediante Jesus Cristo.

E subiu o fumo do incenso com as orações dos santos da mão do Anjo, diante do Deus.

E o Anjo tomou o turíbulo e o encheu do fogo vivo do poder de Deus, e da fé dos justos e o lançou sobre a terra, e houve trovões, vozes, relâmpagos e terremotos.

Isto quer dizer: que houve choque, lamentos, relâmpagos, sinais de mais tempestade e terremoto, isto é: o poder de Deus acabando de derrubar os alicerces das construções feitas pelos homens, transitoriamente, segundo a vida material.

E os Setes Anjos que tinham as setes trombetas prepararam-se para fazê-las soar, logo que recebessem ordens dos planos superiores.

São livres as sete influências para apresentarem, cada uma seu efeito.

A João, nos últimos dias, foi lhe dado muito poder e juntou à influência todos os Filhos do Reino.

Estas sete trombetas são as vozes e os efeitos dos sete Planetas; cada um influenciará e apresentará o seu efeito. A sétima trombeta tocará o Planeta Júpiter, onde está a Federação Espiritual Cristã.

Ver também: Apocalipse, 5:1 e 8; 6:1; 9:1 e 13; 11:15. Mateus, 18:10. Lucas, 1:19. Êxodo, 30:1 e 3. Salmos, 141:2.

 

Apocalipse, capítulo 8, versículo 7.

A PRIMEIRA TROMBETA.

Tocou o primeiro Anjo a trombeta, e seguiu-se saraiva e fogo, misturados com sangue e foram lançados sobre a terra, e foi queimada a terça parte da terra, e a terça parte das árvores e toda a erva verde.

O toque da primeira trombeta nos revela saraiva e fogo, e sinal de tempestade, violência e destruição.

A violência do tempo é grande, ainda mais quando é industrializada e praticada segundo a vida material, transforma-se em fogo destruidor e derramamento de sangue.

Todos estes acontecimentos desventurados, que afligem a humanidade no fim dos tempos, são violentos e destruidores; neles tomam parte a violência atmosférica e a violência humana. Chuvas, dilúvios, pedra e fogo é o movimento destruidor que nos apresenta o fim de uma Era desordenada, em desarmonia e sem paz.

Estes cataclismos destruidores produzirão seus efeitos em várias partes do mundo, mas serão sentidos por toda humanidade, levando algumas criaturas até a perder a esperança de viver.

Ver também: Jeremias, 51:25. Amós, 7:4. Apocalipse, 16:3.

  

Apocalipse, capítulo 8, versículos 8 e 9.

A SEGUNDA E TERCEIRA TROMBETA.

 O segundo Anjo tocou a trombeta, e foi lançado no mar um como grande monte ardendo de fogo, e a terça parte do mar tornou-se sangue.

E a terça parte das criaturas que estavam no mar, a saber: das que tinham vida, morreu, e a terça parte dos navios foi destruída.

O terceiro Anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela, ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas.

O nome da estrela era Absinto; e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas.

Num plano geral, as quatro primeiras trombetas são os avisos incessantes e reiterados, que já tem sido e continuam a ser feitos, dos cataclismos de ordem moral e material, por que tinha de passar, está passando e vai passar o nosso Planeta.

Tais são as erupções vulcânicas, os terremotos, os maremotos, as inundações ocasionadas pelas chuvas diluviais, desmoronamentos de terras, cidade atirada ao abismo dos mares, as guerras no mar e nos ares, os fenômenos atmosféricos, os eclipses e outros acontecimentos que estão reservados para o fim desta jornada humana.

Ver também: Apocalipse, 6:13; 9:1; 16:3. Isaias, 14:12. Jeremias, 8:14; 9:15; 23:15.

Apocalipse, capítulo 8, versículos 12 e 13.

A QUARTA TROMBETA.

O quarto Anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, a terça parte da lua e a terça parte das estrelas, para que a terça parte delas se escurecesse, e faltasse a terça parte da luz do dia e do mesmo modo da noite.

 Precisamos estudar e meditar para compreender num sentido natural e realmente positivo, as parábolas que Deus escreve acerca dos acontecimentos do futuro, em linguagem clara, mas em pronúncias invertidas que escapam da compreensão da sabedoria humana, mas tudo bem compreendido pela sabedoria divina.

Jesus não podendo falar abertamente contra os bens terrestres, na queda do ouro e da humanidade, falou em parábolas envolvendo elas: o céu, o sol, as estrelas, o espaço, os montes, as ilhas e os mares.

Vamos ver o que nos diz a profecia da quarta trombeta:

Quando o quarto Anjo tocou a trombeta, foi ferida a terça parte das criaturas que viviam iluminadas e protegidas pelos raios iluminados do ouro e da prata, e caía por terra a terça parte das estrelas humanas que brilham no firmamento falível da vida material, iluminadas pela luz do vil metal. Para que a terça parte delas se escurecesse, esta luz que era a única esperança ficasse às escuras, juntamente com os deserdados da sorte.

                A ÁGUIA E OS AIS.

Disse João: E olhei, e vi uma águia que voava pelo meio do céu, dizendo com uma grande voz: Ai, Ai, Ai, dos que habitam sobre a terra, por causa das outras vozes da trombeta dos três Anjos, que ainda tem de tocar!

A águia que voava no horizonte da vida é um Espírito muito sábio, revelando os acontecimentos do futuro, dizendo: Ai, ai, ai, dos que habitam sobre a terra, por causa das outras vozes da trombeta dos três Anjos, que ainda tem que tocar!

As provações aumentam e as lutas reaparecem ao homem e à humanidade, numa forma destruidora como se Deus estivesse complacente com a destruição da humanidade, mas Deus não tem complacência, nem deseja a destruição e a morte para seus filhos que tanto sacrifício tem dispensado para salvá-los.

A luta do homem e da humanidade é de afinidade, pureza e alvejamento. O homem e a humanidade em trevas estão punindo as suas próprias imperfeições, e aperfeiçoando a sua vida perdida no abismo da ignorância, para, uma vez iluminado pelo conhecimento da verdade, segundo a vontade de Deus, se tornar consciente de seus deveres, direitos e responsabilidades, e largar de lutar contra Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor, e contra si mesmo.

Ver também: Isaias, 13:10. Amós, 8:9. Apocalipse, 6:12; 9:12; 11:14; 14:6; 19:17.

Apocalipse, capítulo 9, versículos 1 a 12.

 A QUINTA TROMBETA.

Disse João: O quinto Anjo tocou a trombeta e vi uma estrela caída do céu na terra, e foi-lhe dada a chave do poço do abismo.

Ele abriu o poço do abismo, e do poço subiu um fumo como o fumo de uma grande fornalha, e o sol e o ar escureceram-se com o fumo do poço.

Do fumo saíram gafanhotos para a terra, e foi-lhes dado poder como tem poder os escorpiões da terra.

E foi-lhes ordenado que não fizessem dano a erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma, mas somente àqueles homens que não tem o selo de Deus nas suas testas.

E lhes foi permitido, não que os matassem, mas somente que os atormentassem cinco meses, e o seu tormento era como o tormento do escorpião, quando fere ao homem.

Naqueles dias os homens procurarão a morte e não a acharão, desejarão morrer, mas a morte foge deles.

As figuras dos gafanhotos eram semelhantes a cavalos preparados para a guerra, e sobre as suas cabeças tinham umas como coroas semelhantes ao ouro, e os seus rostos eram como rostos de homens.

E tinham os cabelos como os cabelos das mulheres e os seus dentes eram como os dentes dos leões.

E tinham couraças como couraças de ferro, e o estrondo das suas azas como o estrondo de carros de muitos cavalos que correm ao combate.

E têm caudas semelhantes as dos escorpiões e nas suas caudas acha-se o seu poder de fazer danos aos homens cinco meses.

Eles têm sobre si como rei o Anjo do abismo, chamado em hebraico Abaddon, e em grego Apollyom.

O PRIMEIRO AI.

O primeiro ai já passou, eis que vêm ainda dois ais, depois destas coisas.

Disse João: O quinto Anjo tocou a trombeta e vi uma estrela caída do céu na terra, e foi lhe dada a chave do poço do abismo.

Ele abriu o poço do abismo, e do poço subiu um fumo como o fumo de uma grande fornalha, e o sol e o ar escureceram-se com o fumo do poço.

Ao som da quinta trombeta caiu do céu na terra uma ESTRELA.

Esta Estrela deve ser um Espírito decaído, um gênio altamente científico, mas atrasado no moral, o qual baixou a este mundo com uma nova invenção, que foi destinada aos artifícios de guerra.

A fornalha é a USINA aonde se fabricam os artifícios destruidores.

Do poço do abismo saem bombas que explodem e enchem o espaço de fumaça e infestam o ar; mesmo do poço do abismo saem nuvens de aviões em forma de gafanhotos, os quais lançam bombas sobre cidades, levando o pânico às populações, mas que poucos estragos relativamente fazem, produzindo mais o terror que a destruição e a morte. (São gafanhotos alados que não fazem danos às ervas, mas atormentam os homens e a humanidade horrivelmente!)

Este é o primeiro AI.

Ai vem mais ais, após deste, por causa da dureza do coração humano. Pois, nós somos os criadores de nossa infelicidade, e não queremos reconhecer que os sofrimentos são consequências de uma vida errada que se projeta contra as Leis Naturais e contra as Leis Divinas, marchando em desarmonia com o grande conjunto da Vida Universal.

Deus, nosso Pai, não quer que seus filhos sofram, mas ele não poderá pôr fim ao sofrimento enquanto seus filhos resistem, desprezam e combatem contra sua palavra salvadora e protetora, cheia de carinho e de Amor.

Ver também: Lucas, 8:31; 10:18. Apocalipse, 2:11; 6:6 e 16; 7:3; 8:7,10 e 13; 9:5,10; 16:12; 17:8; 20:1. Joel, 2:2 e 10. Êxodo, 10:4,12 a 15 e 23. Ezequiel, 9:4. Jó, 3:21. Isaias, 2:19. Jeremias, 8:3. Joel, 1:6; 2:4 e 5. Naum, 3:17. Efésios, 2:2.

   

Apocalipse, capítulo 9, versículos 13 a 21.

A SEXTA TROMBETA.

O sexto Anjo tocou a trombeta. Disse João: e ouvi uma voz que saía dos quatro chifres do altar de ouro, que está diante de Deus.

A qual dizia ao sexto Anjo que tinha a trombeta: Solta os quatro Anjos que haviam sido preparados para a hora, dia, mês e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens.

O número das tropas de cavalaria era de duas miríades de miríades, eu ouvi o número deles, disse João.

Vi assim, na visão os cavalos, e os que estavam montados sobre eles, os quais tinham couraças de fogo, de jacinto e de enxofre, as cabeças dos cavalos eram como as cabeças de leões, e das suas bocas saiam fogo, fumo e enxofre.

Por estas três pragas: pelo fogo, pelo fumo e pelo enxofre, que saíam das suas bocas, foi morta a terça parte dos Homens.

Pois, o poder dos cavalos está nas suas bocas e nas suas caudas, porque as suas caudas são semelhantes a serpentes, e tem cabeças e com elas causam danos.

Os outros homens que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras das suas mãos, para que não adorassem aos demônios, e aos ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que não podem ver nem ouvir, nem andar.

E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas fornicações, nem dos seus furtos.

Quando o sexto Anjo tocou a trombeta, continuou desenrolando-se os fenômenos finais do passado, os quais apareceriam diante dos olhos do vidente todas as coisas que aconteceriam futuramente, como uma fita cinematográfica.

João disse acerca do panorama de sua contemplação: e ouvi uma voz que saía dos quatro chifres do altar de ouro, que está diante de Deus.

Estes quatro chifres são quatro Espíritos representando quatro correntes, que partem da mesma natureza divina, em direção às quatro extremidades do mundo, os quais ordenam e preparam as criaturas em Juízo, para os acontecimentos do futuro que acontecerão depois do toque da sétima trombeta.

A voz que saía dos quatro chifres do altar de ouro, da luz que está na presença de Deus, dizia ao sexto Anjo que tinha a trombeta: Solta os quatro Anjos que estão atados junto ao grande rio Eufrates.

E foram soltos os quatro Anjos que haviam sido preparados para a hora, dia e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens, que ainda permanecem endurecidos, resistindo contra a vontade de Deus.

Estes quatro Anjos são quatro Espíritos fortes para a luta do fim, e a triste despedida do passado, que partem das quatro nações mais próximas ao Rio Eufrates.

Muitas tropas são reunidas e entram em combate, cavalaria, aviões, tanques e bombas, espalhando fogo, jacinto e enxofre, utilizando toda a arma destruidora que foi preparada pelo maligno, para o último dia trazer a destruição e a morte dos Filhos de Deus, sendo eles mesmos, os batalhadores contra si mesmos, efeito criado pela desarmonia da própria humanidade.

Apesar de tanto sofrimento, destruição e morte, a humanidade não se desengana, continua em desarmonia lutando contra a vontade de Deus, se mergulhando cada vez mais no campo do sofrimento, como se acha escrito nos versículos 20 e 21 deste capítulo.

Os outros homens que não foram mortos por estas pragas, ainda não se arrependeram das obras das suas mãos, para que não adorassem aos artifícios do mal, os quais constroem os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar, os quais são colocados em substituição à imagem e semelhança das vidas dos Filhos de Deus.

Qual será o ser, imagem, ou semelhança que podem substituir ou imitar a imagem viva, infinita e eterna dos Filhos de Deus? Pode ser fotografada e imitada a forma do corpo, mas a vida na sua realeza positiva, ninguém pode imitá-la ou substituí-la. A imagem viva de adoração, respeito e ordem, amor e sentimento, são os próprios Filhos de Deus, uns para com os outros.

Este, como os demais erros criados e alimentados pela humanidade no tempo da ignorância, tem que ser corrigidos e naturalizados, para que morram as aparências, e vivam os Filhos de Deus a vida realmente positiva, segundo sua vontade que há em Cristo Jesus, nosso Salvador Eterno.

Ver também: Salmos, 68:17; 105:36; 115:4 a 7; 135:15 a 17. Daniel, 5:23; 7:10; Apocalipse, 5:11; 7:4; 11:5; 16:9 e 11; 17:2 e 5. Deuterônio, 32:17. I Coríntios, 10:20. Isaias, 47:9 e 12.

  

Apocalipse, capítulo 10, versículos 1 a 11.

OS ANJOS E OS SETE TROVÕES. JOÃO COME O LIVRINHO.

Disse João: E vi outro Anjo forte descendo do céu, vestido de nuvem, o arco-íris estava sobre a sua cabeça, e o seu rosto era como o Sol, e os seus pés como colunas de fogo.

E tinha na mão um livrinho aberto. E pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra.

E bradou com uma grande voz, como o rugido de leão. E quando bradou, os sete trovões fizeram soar as suas vozes, eu ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, dizendo:

Sela as coisas que falaram os sete trovões, e não as escrevas.

E o Anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a destra para o céu.

E jurou por Aquele que vive pelos séculos dos séculos, que criou o céu e tudo o que nele há e a terra e tudo o que nela há, e o mar e tudo o que nele há, que não haveria mais demora.

Mas que nos dias da voz do sétimo Anjo, quando este estiver para tocar a trombeta, então se cumprirá o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas.

E a voz que eu ouvi do céu, tornei a ouvi-la falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que está aberto na mão do Anjo, que está em pé sobre o mar e sobre a terra.

E fui ter com o Anjo, pedindo-lhe que me desse o livrinho.

Toma-o, disse-me ele, e come-o e te causará amargo no ventre, mas na tua boca será doce como mel.

João disse: Tomei o livrinho da mão do Anjo e o comi, e na minha boca era doce como mel, mas depois de o comer, causou-me amargor no ventre.

E disseram-me: Cumpre que ainda profetizes a respeito de muitos povos, raças, línguas e reis.

Neste trecho de profecia Jesus explica ao Profeta, seu Precursor, a missão espinhosa que tinha que cumprir no mundo.

João disse: E vi outro Anjo forte descendo do céu, vestido de uma nuvem, o arco-íris estava sobre a sua cabeça, e o seu rosto era como o sol, e os seus pés como colunas de fogo; este Anjo é Jesus.

Jesus tinha na mão um livrinho aberto. E pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra.

E bradou com uma grande voz, como o rugido de leão. E quando bradou, os sete trovões fizeram soar as suas vozes.

Quando os sete trovões fizeram soar as suas vozes, eu ia escrever, disse João, mas ouvi uma voz do céu, dizendo: Sela as coisas que falaram os sete trovões, e não as escrevas.

E o Anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra, Jesus levantou a destra para o céu em direção ao Pai, e obedecendo a uma ordem superior, jurou por Aquele que tem criado todas as coisas no céu e na terra, sim, por Deus Pai, dizendo: que não haveria mais demora no cumprimento de todas as coisas.

Mas que nos dias da voz do sétimo Anjo, quando este estiver para tocar a trombeta, então se cumprirá o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas.

Desenganemo-nos os homens, não está ao nosso alcance de mudar os tempos, ou reter as épocas que Deus destina para o cumprimento de sua palavra.

João viu a Jesus, que vinha descendo do céu forte e radiante em toda sua pureza e grandeza, vestido de uma nuvem luminosa, e o arco-íris estava sobre a sua cabeça, o rosto e seus pés e o corpo todo era e será sempre luminoso como o Sol.

Jesus tinha um livrinho aberto em sua mão; este livrinho contém uma mensagem, uma grande mensagem: a volta do Senhor ao mundo e as boas novas da Nova Vida, cuja mensagem seria confiada a sua transmissão ao mensageiro, que já foi destinado para este fim.

A voz de Jesus, que João ouviu do céu, tornou a ouvi-la falando com ele e dizendo: Vai e toma o livro que está aberto na mão do Anjo, que está em pé sobre o mar e sobre a terra.

João foi com o Anjo, pedindo-lhe que desse o livrinho.

Toma-o, disse-lhe o Anjo, e come-o, e te causará amargor no ventre, mas tua boca será doce como mel.

Assim aconteceu, disse João: Tomei o livrinho da mão do Anjo e o comi, e na minha boca era doce como mel, mas depois de o comer, causou-me amargor no ventre.

E disse Jesus a seu Precursor, claramente: cumpre que ainda profetizes a respeito de muitos povos, raças, línguas e reis.

Esta mensagem, este mensageiro, se acha no capítulo 6, versículos 1 e 2.

Esta mensagem tem dois efeitos: na boca é doce como mel, e no ventre tem um efeito amargo. A boca experimenta o sabor, o ventre tem que aceitar se pode o efeito da nutrição, os estômagos sendo fracos enjeitam o manjar engolido.

Não pode haver momentos mais felizes, nem coisa mais doce na vida do que se pôr em sintonia com os planos superiores da divindade, em relação com a sabedoria divina, para transmitir as grandezas do Reino de Deus sobre a terra. O tempo passa sem sentir e o Espírito goza de um imenso prazer, todo o tempo que está recebendo a mensagem dos planos superiores.

Mas, quando o mensageiro precisa transmitir a mensagem ao mundo, para semear a boa semente no coração humano, então as coisas mudam; o que era doce como mel, torna-se amargo como fel, porque poucos são os que aceitam o manjar glorioso que vem de Deus Pai, para os Filhos que residem neste mundo. Este é o amargor que tem que sofrer o mensageiro.

Ver também: Ezequiel, 1:28; 2:8 e 9; 3:1 a 3. Mateus, 17:2. Apocalipse, 1:15 e 16; 4:5 e 11; 10:4; 11:15; 14:7; 16:17. Daniel, 8:26; 12:4,7e 9. Êxodo, 6:8. Neemias, 9:6. Jeremias, 15:16.

 

Apocalipse, capítulo 10, versículos 8 a 11.

A NOVA VIDA – TERCEIRA REVELAÇÃO

A alvorada da Nova Vida, que hoje anunciam os mensageiros do Senhor por toda a parte, não é nada mais do que a volta de Cristo Nosso Senhor, ao Mundo.

Desde os tempos primitivos o Divino Salvador luta para salvar as criaturas deste mundo do domínio do mal, do pecado, da perdição e da morte.

O seu trabalho de salvação e de regeneração da humanidade se divide em três planitudes ou Revelações, as quais marcam três grandes planitudes do progresso humano.

As Revelações são compostas de uma porção de Mensagens de Deus para seus filhos, que se acham neste mundo sob os cuidados e responsabilidade do Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Cada Revelação é representada por um Supremo Revelador, autorizado por Jesus.

A Primeira Revelação foi representada por Moisés; a Segunda Revelação foi representada pelo próprio Salvador, em sua passagem pessoal por este Mundo; e agora na Nova Vida vem a Terceira Revelação.

A Terceira Revelação é representada pelo Precursor de Jesus.

Na Terceira Revelação, que é realmente a portadora da Nova Vida, ou da Vida Eterna, acabam-se as lutas e os trabalhos de conquista: O mundo fica livre do domínio do mal e é colocado sob a influência do bem, mediante o Divino Mestre e Salvador Jesus Cristo.

O Reino de Deus é estabelecido sobre a Terra, o mundo passa à categoria dos mundos puros, e este mundo enche-se da graça de Deus e de sua imensa sabedoria, a qual sufocará toda soberania e entendimento dos homens deste mundo.

Apocalipse, capítulo 11.

 As duas testemunhas. Versículo 1.

As duas testemunhas são duas religiões autorizadas por Jesus.

A sétima trombeta. Versículo 15.

Ai dos pecadores quando for tocada a última trombeta por Jesus, o Salvador.

Apocalipse, capítulo 11, versículos 15 a 19.

A SÉTIMA TROMBETA.

Disse João que o sétimo Anjo tocou a trombeta, e houve grandes vozes no céu, dizendo: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor Deus e Pai, e de seu Filho Jesus Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos.

E os vinte e quatro Anciãos, que estão sentados diante de Deus Pai, sobre os seus Tronos, prostraram-se sobre os seus rostos e adoraram a Deus Pai.

Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo Poderoso, que és, que eras, porque tens tomado o teu grande poder, e entraste no teu Reino.

As nações encheram-se de ira, mas veio a tua ira e o tempo de serem julgados os mortos, e de dar a recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos e aos que temem ao teu nome, aos pequenos e aos grandes, e de destruir os destruidores da terra.

E abriu-se o Santuário de Deus, que está no céu, e no seu Santuário foi vista e arca da sua aliança, e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremoto e tempestade de saraiva.

Existem muitos sinais no Livro do Apocalipse e nas Escrituras Sagradas, que Deus apresentou, mediante Jesus e os Ministros de sua ordem redentora, para esclarecer a seus Filhos os acontecimentos que, relativamente, sucederiam no fim e no princípio das duas Eras, uma que morre e outra que principia para a Vida Eterna.

Mas, entre todos os sinais que revelam os acontecimentos do fim, e do princípio da Nova Vida, o maior de todos é o que nos revela o toque da sétima trombeta, porque ele marca a queda definitiva do materialismo, e o triunfo do Reino de Deus sobre este mundo, cujo acontecimento encheu de grande júbilo os operários do Reino de Deus, tanto no céu como na terra, porque o mundo e suas criaturas ficaram abaixo do domínio e ordem de Deus Pai, mediante seu Filho Jesus Cristo, como veremos a seguir, segundo os esclarecimentos de João, que Jesus revelou acerca dos fins dos tempos e do cumprimento da palavra de Deus.

O sétimo Anjo tocou a trombeta. João ouviu que houve grandes vozes no céu, de alegre, dizendo: O reino do mundo que se achava desde os tempos primitivos abaixo do domínio do espírito do mal, passou a ser de nosso Senhor Deus e Pai, e de seu Filho Jesus Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos, sim, eternamente.

E os vinte e quatro Anciãos que são os vinte e quatro Ministros que compõe o Primeiro Ministério de Deus Pai, infinitamente, os quais estão sentados diante de Deus Pai, sobre seus Tronos, que são os VINTE E QUATRO UNIVERSOS, prostraram-se sobre os seus rostos e adoraram a Deus, em sinal de louvor pelo triunfo obtido.

Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo Poderoso, que és, e que eras e serás eternamente, porque tens posto em prática as tuas forças e mostrado o teu grande poder na conquista de teus Filhos, para teu Reino Eterno.

As nações encheram-se de ira dando acesso à força poderosa do mal, com o fim de saírem triunfantes na luta contra o grande poder de Deus, mas veio a tua ira e o tempo determinado para serem julgados os mortos vivos, que dominados pela ignorância, abaixo do mal, lutam contra Deus, resistindo e desrespeitando as suas benditas vontades, em bem de seus filhos.

Tendo chegado o tempo de dar a devida recompensa aos teus servos, os Profetas, e aos Santos e aos pequenos e aos grandes, e de destruir os destruidores das criaturas, que se acham sobre a terra sem misericórdia.

Depois de Deus Pai, em Jesus, ter vencido a força do mal e o domínio das trevas, abriu-se o Santuário de Deus, que está no céu e vai descer até a terra, e no seu Santuário foi vista a Arca de Aliança de Deus, mediante seu Filho Jesus Cristo, com as criaturas deste mundo.

Depois de vista a Arca da Aliança de Jesus com as criaturas deste mundo e o sinal patente de triunfo da mesma, apareceu um grande alvoroço para abreviar o desprendimento do fim, houve relâmpagos, sinal da última tempestade, e vozes se ouviam em diversos lugares, e trovões, e terremotos e violenta tempestade de granizos, e outras descargas violentas atmosféricas e de natureza humana, em forma de saraiva.

A abertura da sétima trombeta ficará assentada como um marco eterno na história da humanidade, porque marca a queda totalmente definitiva das forças do Espírito do mal, desenganando-se de que o poder de Deus é soberano, poderoso e invencível.

A seguir Jesus continuará nos dando alguns esclarecimentos acerca dos acontecimentos que sucederão até a completa desintegração do domínio das forças do mal deste mundo.

Alguns dos acontecimentos revelados neste livro já passaram, e outros estão por acontecer, porque o Dragão ainda vai querer resistir contra o poder de Deus, tentando ver se os pode triunfar em sua luta contra as forças do bem e contra si mesmo.

Ai dos pecadores quando for tocada a última trombeta por Jesus, o Salvador.

Por Humano

Ver também: Daniel, 2:44; 7:9,10 e 14; Lucas, 1:33; Apocalipse, 1:4 e 8; 4:4,8; 5:8; 6:10; 8:5; 10:7; 12:10; 13:16; 15:5; 16:18 e 21; 19: 4, 5,6. Salmos, 2:1 a 3; 115:13.

 

Apocalipse, capítulo 12.

A mulher e o dragão. Versículo 1.

A mulher é a Nova Jerusalém, o filho é Jesus e o dragão é Satanás.

O dragão é lançado do céu para a terra; o triunfo de Cristo e do seu povo. Versículo 7.

O dragão junto a todas as coisas provisórias, políticas ou religiosas, serão lançadas de seus tronos por terra. Será a vitória dos Filhos do Reino.

O dragão persegue a mulher. Versículo 13.

O dragão vendo-se apertado, persegue a Nova Jerusalém e manda gente para destruí-la, mas a humanidade não deixa que ela seja destruída, por vontade de Deus.

Apocalipse, capítulo 12, versículos 1 a 6.

 A MULHER E O DRAGÃO.

João Disse: E foi visto um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre sua cabeça.

E estando grávida, gritava com as dores do parto e sofria tormentos para dar à luz.

A mulher que João no viu céu é a Religião, ela representa a luz de Jesus Cristo, a luz debaixo dos seus pés são as fases porque tem que passar a Doutrina de Jesus, a coroa de doze estrelas sobre sua cabeça representa os doze discípulos de Jesus.

A mulher estava grávida, e gritava com as dores do parto e sofria tormentos para dar à luz, ao Filho de Deus nosso Senhor Jesus Cristo ressurgindo em nossos corações, trazendo ele perto aquilo que estava longe de nossa contemplação e compreensão, que é a Nova Vida.

João disse que quando contemplava o drama fenomenal da despedida do passado e o raiar da Nova Vida, foi visto também outro sinal no céu, eis um grande dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres e nas suas cabeças sete diademas.

E a sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra.

E o dragão parou em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de devorar ao filho dela, logo que ela o tivesse dado à luz.

E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.

E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.

 Este dragão representa uma Doutrina poderosa, que parte do materialismo, a qual utilizando o nome de Deus se projeta contra Deus, persegue o Cristianismo, procurando absorver ou destruir o Advento Eterno de Jesus, nosso Mestre e Salvador a este mundo.

O dragão tem sete cabeças que são sete representantes auxiliares, e dez chifres que são dez nações; a cauda do dragão arrastava a terça parte das estrelas do céu, que são os poderosos na vida presente, os quais se acham colocados como estrelas no firmamento transitório da vida material, cujas estrelas o dragão jogou-as sobre a terra. E o dragão parou em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de devorar ao filho dela, logo que ela tivesse dado à luz.

A mulher, que é a Doutrina do Reino de Deus sobre a terra, deu à luz um filho varão, a Jesus Cristo nosso Senhor, que há de reger todas as nações com uma vara de ferro, e o seu Filho Jesus Cristo foi arrebatado para Deus, e para o seu Trono até o dia determinado pelo Pai, para ele voltar a receber o mundo que ganhou à custa do sacrifício de sua própria vida.

A mulher que é Doutrina do Reino de Deus sobre a terra, fugiu para o deserto, onde Deus lhe havia preparado um lugar, para ser ali alimentada durante mil e duzentos e sessenta dias, ausente da presença do dragão.

Já temos ouvido muitos esclarecimentos dados por Jesus, o Divino Mestre acerca do eu inferior e do eu superior de natureza humana, cujas potências estão em luta desde o princípio da criação.

Desde o Eu Superior Deus Pai e os Ministros de sua Ordem Redentora tem lutado beneficamente, em defesa de seus Filhos em todo o mundo.

Desde o eu inferior o espírito do mal tem lutado por todos os meios a seu alcance para aniquilar aos Filhos de Deus contrariando sempre a vontade de Deus; este é o dragão, a antiga serpente, a que é agora banida para sempre.

Ver também: Isaias, 26:17; 66:7. Miquéias, 4:9 e 10. Apocalipse, 2:27; 11:3; 13:1; 17:3, 7, 9,10 e 19; 19:15. Daniel, 8:10. Mateus, 2:16. Salmos, 2:9.

Apocalipse, capítulo 12, versículos 7 a 12.

O DRAGÃO É LANÇADO DO CÉU PARA A TERRA.

O TRIUNFO DE CRISTO E DE SEU POVO.

Disse João: Eu vi que houve no céu uma guerra, pelejando Miguel e seus Anjos contra o dragão. E o dragão e seus Anjos pelejaram.

E não prevaleceram, nem o seu lugar se achou mais no céu.

E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás, aquele que engana todo o mundo: sim, foi precipitado na terra, e precipitado com ele os seus anjos.

Disse mais João: E ouvi uma grande voz no céu dizendo: Agora é a vinda da salvação; o poder e o Reino do nosso Deus e a autoridade do seu Filho Jesus Cristo reina, porque foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava de dia e de noite, diante do nosso Deus.

E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra de seu testemunho, e não amaram as suas vidas até a morte.

Por isso exultam, ó céus, e vós que neles habitam; ai da terra e do mar, porque desceu a vós o Diabo cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.

João diz que ele viu no céu uma guerra, pelejando Miguel e seus Anjos contra o dragão. E o dragão e seus anjos pelejaram.

E não prevaleceram, nem o seu lugar se achou mais no céu.

Céu representa altura, elevação, poderio, superioridade.

O Espírito do mal, que parte da inferioridade humana, chamado maligno, serpente, diabo ou satanás, sempre foi poderoso em nosso mundo, engrandecido pelo seu altruísmo desumano e mentiroso.

O dragão e seus anjos pelejaram contra Miguel e seus Anjos, mas o dragão e seus anjos não prevaleceram, nem o seu lugar se achou mais no céu.

Miguel e seus Anjos são os operários de Deus; Jesus luta contra o Espírito do mal desde o princípio do mundo, lutou, luta e lutará até obter o completo triunfo, mediante Miguel e seus Anjos e mediante os Ministros de sua ordem, geralmente.

O dragão ou Satanás, o inimigo de Deus e da humanidade, tem feito pecar os Filhos de Deus, e depois se colocando no Juízo os tem acusado, condenando duramente e sem misericórdia, submetendo-os a julgamentos e castigos severos, mas graças a Deus Todo Poderoso, Jesus nosso Divino Mestre e Salvador já está triunfante e completamente vitorioso, em sua luta contra o espírito do mal.

Ver também: Daniel, 10:13 e 21; 12:1. Apocalipse, 7:14; 8:13; 9:1; 10:6; 11:15; 18:20; 19:1; 20:2 e 3. Gêneses, 3:1 e 4. Lucas, 10:18; 14:26. João, 12:31. Jó, 1:9 a 11; 2:4 e 5. Zacarias, 3:1. Romanos, 8:33, 34 e 37; 16:20. Salmos, 96:11. Isaias, 49:13.

Apocalipse, capítulo 19, versículo 10.

 DEUS TRIUNFOU EM SEU AMADO FILHO SOBRE A TERRA.

Então João, vendo, ouvindo e contemplando a imensa felicidade do Reino de Deus, foi prostrar-se diante daquele que lhe revelava todas as coisas, o qual lhe disse: Vê, não faças tal, sou servo contigo e com teus irmãos que guardam o testemunho de Jesus. Adoras a Deus, pois o testemunho de Jesus é o Espírito da Profecia.

Prezados leitores, este foi o maior acontecimento registrado na história, da satisfação e gozo indescritível, tanto no céu como na terra, entre Jesus Cristo e seus seguidores.

As vitórias de Cristo sobre a besta e sobre o falso profeta é o maior dos acontecimentos registrados na vida humana, porque serão descobertas pela luz, todas as coisas ocultas, desde a fundação do mundo.

A mentira, não há lugar para ela se ocultar no coração da humanidade, porque a criatura antes de falar, os Filhos da Luz saberão o que existe no coração de cada ser, e os homens não serão jamais considerados pela pronúncia de suas palavras, paulatinamente, mas, sim, pela lei de sua consciência, que é de onde procedem os nossos atos.

Depois de descoberta a lei da consciência, desaparecerá completamente a tapeação, o engano e a falsidade da consciência humana, porque serão descobertas as más tendências e os erros humanos contra a vida, antes de serem praticados ou falados, de perto ou de longe.

Talvez o prezado leitor dirá: quando acontecerão todas estas coisas?

A esta pergunta eu respondo: Estamos no início de uma Nova Era; já está cumprindo esta Profecia; reserva-se para nossos dias o triunfo de Cristo sobre a terra. Felizes os puros e verdadeiros Cristãos que lutaram fielmente pela causa sagrada dos decretos da Lei Divina, em bem da Vida Universal, pois nestes dias receberão a imperecível coroa da glória e a Vida Eterna, ao passo que os adversários transgressores dos Decretos e Leis Divinas, serão exterminados e afastados deste mundo, para sempre.

Quem tem ouvidos espirituais para ouvir o que o Espírito do Senhor diz, ouça.

A paz de Deus, em Jesus, seja com todos.

Ver também: Atos, 10:25 e 26; 14:14 e 15. I João, 5:10. Apocalipse, 12:17; 22:8 e 9.

CRISTO E O CRISTIANSIMO.

 OS DISCÍPULOS SÍMBOLOS DA DIVINDADE.

Não preciso eu falar, o tempo e as tribulações que se vão apresentando mostram o que nos reserva o futuro, neste modelo de vida em que vivemos.

As provações e os castigos vêm sobre todos.

Ricos e pobres sofreremos as consequências de nossas desobediências, como nos dias do Dilúvio, da destruição de Sodoma e de Gomorra, e as grandes tempestades, os ciclones de vento e outros.

Apocalipse, capítulo 21, versículos 1 a 27; capítulo 22, versículos 1 a 7.

A MISSÃO DO BRASIL NA NOVA VIDA – TERCEIRA REVELAÇÃO.

Do além, os Espíritos do Senhor vêm revelando desde tempos anteriores que o Brasil tem uma grande missão a cumprir na Nova Vida, Terceira Revelação.

Como Deus Pai revelou todas as coisas a seus filhos, anteriormente, isto é, as coisas que tinham necessidade de saber e, orientados pelos anúncios dos planos superiores, procuramos nas Escrituras Sagradas, Velho e Novo Testamento, e encontramos a patente e verdadeira revelação dos Anjos do Senhor, acerca da missão do Brasil no Mundo, na Nova Vida, a qual já está restaurando o mundo, derrotado e falido pela incompreensão humana.

Assim, pois, encontramos, que tendo a Velha Jerusalém falido em seus compromissos para com Deus, na pessoa de Jesus Cristo, o próprio Jesus escolheu o Brasil para nele assentar o Fundamento Eterno de sua Doutrina, o qual fica no Coração do Mundo, espiritualmente, e é a Fonte Radiativa dos planos superiores, da divindade.

Portanto, temos plena certeza destas coisas que revelamos acerca da missão do Brasil, porque é o próprio Jesus quem fala que o Brasil é a Pátria Mãe e o Coração do Mundo, espiritualmente.

Que nos diz as Escrituras acerca da escolha e missão do Brasil, perante o mundo?

Fui consultado dos que não perguntavam por mim; fui achado dos que me não buscavam. Eu disse a uma Nação que não se chamava do meu nome: eis-me aqui, eis-me aqui. Isaías, capítulo 65, versículo 1.

OS NOVOS CÉUS E A NOVA TERRA.

Os novos céus e a Nova Terra, que é realmente o Brasil, encontramos as explicações ampliadas em Isaias, capítulo 65, versículos 17 a 25 e capítulo 65, versículos 1 a 24, e no Novo Testamento, no Apocalipse, capítulo 21, versículos 1 a 27, capítulo 22, versículos 1 a 7, que passamos a ler, em Isaias: “porque eis que Eu crio céus novos e Nova Terra; e não haverá lembranças das coisas passadas, nem mais se recordarão. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que Eu crio, porque eis que eu crio para Jerusalém alegria e para o seu povo gozo”.

Além do testemunho que nos vem dos planos superiores acerca da missão do Brasil, e as mensagens claras e precisas que encontramos nas Escrituras Sagradas, o avivamento espiritual que se vem processando na Pátria Brasileira, na vida sectária e religiosa da mesma, é outra prova da missão do Brasil, que justifica esta realidade.

É imensamente grande o número de seitas que existem no Brasil, pregando o Evangelho sem descanso, a ver quem chega antes ao pórtico da salvação, a qual é certa para os justos que procuram se unir em Cristo Jesus, vivendo a sua Doutrina, o Verdadeiro e Puro Cristianismo, pois, cheios de convicção podemos afirmar que o Brasil foi escolhido por Jesus Cristo, para servir de Fundamento Eterno de sua Doutrina, o Cristianismo, na sua vinda espiritual, na Terceira Revelação, quando vem acabar todas as coisas inacabadas e estabelecer o Reino de Deus sobre a Terra, ligar o céu e a Terra e os Espíritos, encarnados e desencarnados, conscientemente.

Portanto, o Brasil é mesmo o Coração do Mundo, a Pátria do Evangelho, Centro Radiativo dos planos superiores do Reino de Deus.

Do Brasil partirão as Leis da Nova Vida, para todo o Mundo e a moral Cristã, em toda sua pureza. No Brasil será construída uma nova cidade, com o nome de Nova Jerusalém, segundo o modelo revelado pelos Anjos do Senhor e pelo próprio Senhor Jesus Cristo, porque Ele é o construtor de toda boa obra, tanto nos tempos anteriores como na Nova Vida, direta ou indiretamente, mediante seus operários e Ministros de sua Ordem Redentora.

Se encontrarmos alguma obra má, ofensiva, prejudicial, contra a vida ou que viola os direitos naturais ou legítimos das criaturas, dos animais ou das coisas de vida, esta obra é dos homens e não de Deus, em Jesus Cristo, Nosso Senhor.

No Brasil, doze Estados representarão as doze tribos de Israel, símbolo representativo dos doze Apóstolos de Jesus. São Paulo representa o Apóstolo Paulo. São Paulo será o Estado centro da Revelação, o qual foi o primeiro a receber as Boas Novas da Nova Vida. Dentro de seu seio será construída a Nova Cidade, em lugar já escolhido pelo Senhor. Muitos dos Apóstolos e Discípulos do Senhor Jesus, e as maiores inteligências, sábias e construtivas, já se acham no Brasil, iniciando a construção da Vida Eterna.

Portanto, o Brasil tem uma grande missão a cumprir no mundo, não a Pátria, mas os patriotas brasileiros, aos quais Jesus fala neste momento fatal da vida, por que está passando a humanidade.

A paz do Mestre Nazareno seja com todos.

 A VIDA MATERIAL CHAMA-SE NAS ESCRITURAS SAGRADAS: BABILÔNIA.

A babilônia é a vida subnatural.

A queda da babilônia é anunciada desde tempos remotos.

Fala-se acerca da:

Babilônia, em Isaias, capítulo 21, versículo 1.

Babilônia, em Isaias, capítulo 39, versículo 1.

Babilônia, em Isaias, capítulo 43, versículo 14.

Queda dos ídolos da Babilônia, em Isaias, capítulo 46, versículo 1.

Queda da Babilônia, em Isaias, capítulo 47, versículo 1.

Queda da Babilônia, em Apocalipse, capítulo 18, versículo 1.

Um aviso ao povo de Deus.

A queda da Babilônia, o terror na terra, mas, a alegria nos céus. Apocalipse, capítulo 1, versículos 4 e 5.

 O CRISTIANISMO OBRA DE VIDA ETERNA, PELA LEI DO AMOR E A PRATICA DO BEM.

SEGUNDA MENSAGEM DA TERCEIRA REVELAÇÃO.

O Testemunho da mensagem, ou seja, a anunciação de sua vinda a encontramos no Evangelho, Apocalipse, capítulo 3, versículo 7; capítulo 6, versículos 1 e 2; capítulo 10, versículos 5 a 11 e outras.

Em Obras Póstumas, livro de Alan Kardec, página 261, mensagem de 17 de janeiro de 1857; idem na página 269, mensagem de 10 de junho de 1860.

A mensagem do irmão Alziro Zarur se acha em Obras Póstumas, página 274, mensagem de 22 de Dezembro de 1861. (Meu sucessor).

O PURO CRISTIANISMO.

Se as nossas atenções são voltadas para conhecer o céu, conheceremos e sentiremos as coisas de Deus para nossa Salvação.

Porém, se as nossas atenções são voltadas para a terra, conheceremos e sentiremos as coisas do mundo, para nossa perdição.

MENSAGENS DE HUMANO

 OS DOIS SENHORES: DESDE OS TEMPOS PRIMITIVOS COMANDANDO A HUMANIDADE.

Primeiro: Deus em Jesus, criando, organizando, naturalizando, esclarecendo, educando, amando, protegendo e levando seus filhos ao Jardim do Éden, ao Paraíso Eterno que é seu Reino, sim ao Reino de Deus.

Logo, imediatamente, apareceu outro senhor: o Espírito do mal, com o nome de Serpente ou Satanás. Este segundo também não se fez demorar os seus efeitos. Logo seduziu Eva, lhe fez desrespeitar as ordens de Deus e semeou nela a primeira semente da corrupção, e ela transmitiu para Adão, seu marido.

Adão e Eva tiveram dois filhos: Abel foi gerado pela graça de Deus, portanto, ele era um verdadeiro Filho de Deus. Caim foi gerado pela Serpente, segundo a vontade do Espírito do mal, portanto, ele era filho da Serpente, chamada também de Satanás ou Diabo.

Estes dois filhos constituem dois fundamentos, duas estradas.

Pela desobediência de nossos primitivos pais, a Serpente ou Satanás, ganhou o domínio sobre os Filhos de Deus, semeando entre eles a semente do mal, da corrupção, o engano, o egoísmo, o ódio, a vingança, o crime, a cobiça e a morte.

Até hoje somos escravos da antiga Serpente e estamos envenenados por ela.

Humano

 O FIM DOS TEMPOS.

Em nossos dias cumpre-se a palavra de Deus.

Estamos atravessando a hora e o momento do trecho mais duro nunca conhecido.

O desenrolar deste acontecimento histórico se apresenta entre o capítulo 11 ao capítulo 18, dos Apocalipses, e começa pelas passagens seguintes:

As duas testemunhas. Capítulo 11, versículo 1.

A sétima trombeta. Capítulo 11, versículo 15.

A mulher e o dragão. Capítulo 12, versículo 1.

O dragão é lançado do céu para a terra; o triunfo de Cristo e de seu povo. Capítulo 12, versículo 7.

O dragão persegue a mulher que está com dores de parto. Capítulo 12, versículo 13.

A besta que saiu do mar. Capítulo 13, versículo 11.

O cordeiro e os seus remidos no Monte Sião. Capítulo 14, versículo 1.

1   A primeira voz. Capítulo 14, versículo 6.

2   A segunda voz. Capítulo 14, versículo 8.

3   A terceira voz. Capítulo 14, versículo 9.

4   A quarta voz. Capítulo 14, versículo 13.

A ceifa. Capítulo 14, versículo 14.

A vindima. Capítulo 14, versículo 17.

Os remidos cantam o cântico de Moysés, e o cântico do Cordeiro. Capítulo 15, versículo 2.

As pragas são enviadas por Deus. Capítulo 15, versículo 5.

1   A primeira praga. Capítulo 16, versículo 1.

2   A segunda praga. Capítulo 16, versículo 3.

3   A terceira praga. Capítulo 16, versículo 4.

4   A quarta praga. Capítulo 16, versículo 8.

5   A quinta praga. Capítulo 16, versículo 10.

6   A sexta praga. Capítulo 16, versículo 12.

7   A sétima praga. Capítulo 16, versículo 17.

A visão da grande prostituta. A explicação da visão. Capítulo 17, versículo 1.

A queda da Babilônia, o terror na terra, mas alegria nos céus. Capítulo 18, versículo 1.

A ruína é completa. Capítulo 18, versículo 21.

É apresentado este movimento do fim dos tempos, por intermédio de:

Dois testemunhos. Capítulo 11, versículo 1.

A mulher e o dragão. Capítulo 12, versículo 1.

Outra besta que saiu do mar, da massa (ouro). Capítulo 13, versículo 1.

Outra besta que saiu da terra do (ouro). Capítulo 13, versículo 11.

O Cordeiro, isto é, Cristo e os Cristãos verdadeiros no Monte Sião. Capítulo 14, versículo 1.

MAIS REFERÊNCIAS SOBRE O NOVO TESTAMENTO.

Como viviam os primeiros Cristãos. Atos dos Apóstolos, capítulo 2, versículo 42.

Efusão do Espírito Santo e união dos fiéis. Atos dos Apóstolos, capítulo 4, versículo 21.

Caridade para com o próximo. Romanos, capítulo 12, versículo 9.

Amor ao próximo. Romanos, capítulo 13, versículo 8.

Não devemos julgar uns aos outros. Romanos, capítulo 14, versículo 10.

Cuidemos em não escandalizar o fraco. Romanos, capítulo 14, versículos 13 a 23.

A exemplo de Jesus, devemos suportar os fracos. Romanos, capítulo 15, versículos 1 a 13.

Humano

DEUS ESTÁ PRESENTE EM TODO O INFINITO.

O DESENGANO DE TODA HUMANIDADE.

1) O desrespeito à palavra de Deus e o sofrimento da espécie.

2) Abuso do livre arbítrio.

3) Adão e Eva desrespeitaram a ordenação divina.

4) Morte de Abel. Gênesis, capítulo 4, versículo 9.

5) Descendência de Caim. Gênesis, capítulo 4, versículo 16.

6) Corrupção do gênero humano. Gênesis, capítulo 6, versículo 1.

7) Deus anuncia o dilúvio. Gênesis, capítulo 6, versículo 13.

8) O castigo pela desobediência, o Diluvio. Gênesis, capítulo 7, versículo 1.

9) A destruição de Sodoma e Gomorra. Gênesis, capítulo 19, versículo 23.

10) Sempre desobedecendo e sempre sofrendo os golpes de nossa incredulidade.

11) Em substituição da Primeira Revelação veio com a Segunda, como testemunho pessoal de Deus nosso Pai, curando os enfermos da alma e do corpo, consolando os aflitos, lutando contra o mal, entregou-se a si mesmo em resgate e salvação de todos os oprimidos e escravizados pelo espirito do mal.

12) A Este o mataram como sendo o maior criminoso da Vida Humana.

13) A corrupção continua. Timóteo, capítulo 3, versículo 1.

14) O discípulo de fogo. Pedro, capítulo 3, versículo 1.

15) A nova vinda espiritual na Nova Vida.

16) Convite final.

A Nova Vida. Romanos, capítulo 12, versículo 1.

O devido uso de dons Espirituais. Romanos, capítulo 12, versículo 3.

Direções para a vida cristã. Romanos, capítulo 12, versículo 9.

Texto:

Passagens escolhidas da obediência às autoridades. Romanos, capítulo 13, versículo 1.

O amor é o cumprimento da lei. Romanos, capítulo 13, versículo 8.

O dia está próximo. Romanos, capítulo 13, versículo 11.

A ceia do Senhor. Lucas, capítulo 22, versículo 14.

O maior seja como o menor. Lucas, capítulo 22, versículo 24.

Pedro é avisado. Lucas, capítulo 22, versículo 25.

As duas espadas. Lucas, capítulo 22, versículo 35.

Jesus em Getsemani. Lucas, capítulo 22, versículo 39.

Jesus é preso. Lucas, capítulo 22, versículo 47.

Pedro nega a Jesus. Lucas, capítulo 22, versículo 54.

Jesus perante sinédrio. Lucas, capítulo 22, versículo 66.

Jesus perante Pilatos. Lucas, capítulo 23, versículo 1.

Os guardas zombam de Jesus. Lucas, capítulo 22, versículo 63.

Jesus perante Herodes. Lucas, capítulo 23, versículo 8.

Jesus outra vez perante Pilatos. Lucas, capítulo 23, versículo 13.

Simão leva a cruz de Jesus. Lucas, capítulo 23, versículo 26.

Jesus no caminho do calvário. Lucas, capítulo 23, versículo 27.

A crucificação. Lucas, capítulo 23, versículo 33.

Os dois malfeitores. Lucas, capítulo 23, versículo 39.

A morte do Salvador. Lucas, capítulo 23, versículo 44.

O enterro de Jesus, a ressurreição. Lucas, capítulo 23, versículo 50.

Os dois discípulos no caminho de Emaús. Lucas, capítulo 24, versículo 13.

Jesus aparece aos discípulos. Lucas, capítulo 24, versículo 36.

Jesus explica as Escrituras. Lucas, capítulo 24, versículo 44.

A ascensão do Salvador. Lucas, capítulo 24, versículo 50.

Por Humano.

 PALAVRAS BÍBLICAS:

Abrolho – planta rasteira e espinhosa.

Alqueire – peça antiga usada para medir quantidade de cereais; corresponde, mais ou menos, a 13 litros.

Antipas – foi um mártir que se mostrou fiel até a morte. Era responsável por um território.

Argueiro – partícula leve, grânulo, cisco.

Arimatéia – cidade da Judéia.

Balaac – rei dos moabitas na época da ocupação israelita.

Balaão – abençoava e amaldiçoava, e suas preces funcionavam, pois era um médium mercenário.

Blasfemar – ofender ou xingar uma divindade ou religião – ofensa dirigida a uma pessoa ou coisa respeitável.

Candeia – pequena lâmpada feita de barro e alimentada com óleo.

Colossenses – povo oriundo de Colossos, cidade da Ásia Menor, atual Turquia.

Coríntios – povo nascido em Corinto, cidade grega.

Côvado – medida retirada da distância entre o cotovelo e a ponta dos dedos, corresponde a 45,72 centímetros.

Denário – pequena moeda de prata de maior circulação no Império Romano.

Éfeso – era a maior cidade da costa oeste da Ásia Menor. No final do primeiro século D.C. era a quarta maior cidade do Império Romano.

Escribas – intérpretes da lei judaica, frequentemente infiéis, usavam declarações falsas.

Esmirna– cidade situada aproximadamente 65 km ao norte de Éfeso.

Fariseu – nome dado a um grupo de judeus devotos à Tora, surgidos no século II a.C.

Filactérios – faixa de pergaminho, com escritos religiosos, que os judeus enrolam no braço e prendem à fronte, ao fazer as orações.

Filadélfia – Filadélfia significa amor fraternal.  Cidade localizada num vale no caminho entre Pérgamo e Leodicéia.

Fimbria – orla inferior de uma roupa.

Galileia – região ao norte de Israel.

Gazofilácio – local onde se depositava esmolas.

Hades – Deus grego que reina absoluto nas profundezas subterrâneas, no Mundo dos mortos.

Homer – vaso com a capacidade de pouco mais de três litros.

Jaspe – pedra de cor avermelhada; fazia parte das pedras mais valiosas da Antiguidade e é até mesmo mencionado nas revelações da Bíblia. Varia de cor, podendo ser amarela ou branca.

Jope – importante cidade portuária de Israel.

Leodicéia – fica no principal cruzamento de estradas dos vales da Ásia Menor, no que é hoje a Turquia.

Natã – profeta que viveu na época do Rei David.

Nicolaitas – doutrina que praticava os pecados de Balaão (Avareza, hipocrisia, idolatria e imoralidade). São indivíduos bastantes populares nas igrejas modernas. São responsáveis pela maior degradação moral já experimentada pela igreja, com liberação geral.

Patmos – pequena ilha da Grécia a 55 km da costa da Turquia, no mar Egeu.

Pérgamo – maior cidade no oeste da Ásia Menor nos tempos do Novo Testamento. Está situada a 26 quilômetros do mar Egeu.

Publicano – cobrador de impostos – entre os judeus era odiosa a profissão de um publicano; eram corruptos e tidos como gente péssima.

RACA – palavra injuriosa, equivalente a estúpido, cabeça vazia.

Rama – cidade que ficava distante 8 km ao norte de Jerusalém.

Revogar – anular, invalidar.

Saduceus – formavam um partido judaico, em oposição aos fariseus, defensores das tradições dos antigos, limitavam o seu credo às doutrinas que encontravam no texto sagrado.

Samaria – era uma cidade que durante o reino dividido de Israel foi a capital do reino do norte.

Sardes – uma das cidades legendárias da Ásia Menor, onde hoje é a Turquia. No sétimo século a.C., Sardes foi a capital da Lídia.

Sardônico – pedra cor de sangue e é a expressão da Justiça de Deus

Sinagoga – Templo de Deus na época de Jesus.

Sinédrio – Tribunal Superior existente em Jerusalém, que julgava as causas mais graves.

Tiatira – nome antigo da moderna cidade turca de Akhisar (“Castelo Branco”). Era um importante centro comercial na Ásia Menor.


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